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SEDAN
Lancer:
DNA esportivo
Carro
da Mitsubishi carrega no visual e desempenho esporte,
mas tem espaço para a família
Dois
dias bastaram para se apaixonar. Não, ele não
custa mais de R$ 100 mil. Por incrível que pareça,
o sedan esportivo da marca japonesa tem preço
inicial de R$ 74.990,00. Um convite para comprar um?
Sim, até porque o maridão pode
argumentar para a esposa: - Amor, ele tem bom
bagageiro e espaço para as crianças atrás!!!.
E o executivo poderá "brincar" de ter
um carro com design e tocada esportiva em sua garagem.
Não foram poucos os curiosos que me
questionaram sobre o preço. A maioria
perguntava se custava mais de R$ 100 mil e se
surpreenderam com a resposta.
Mas a surpresa não fica só no valor. Seu
motor 2.0 litros, quatro cilindros, com 160 cv a 6.000
rpm trabalha em rotações mais altas, o
que facilita o trabalho em conjunto com o câmbio
CVT. A transmissão, aliás, é um
dos destaques - o câmbio automático pode
ser trocada pelas borboletas no volante. É aí
que mora a diversão para o condutor, em seis
marchas.
Não espere da suspensão a maciez e
conforto de um Corolla. A proposta do Lancer é
esportividade em cada curva e reta.
Excelente posição de dirigir, bancos em
couro, regulagem de altura do banco e do volante, bom
espaço para cinco passageiros. Quem está
no banco traseiro tem espaço para as pernas. Se
forem crianças, sem problema. Outra boa ideia
que vai agradar o público feminino: seu
porta-malas tem 413 litros de capacidade e dobradiças
pantográficas para a abertura do bagageiro, o
que faz com que o espaço lá seja todo
aproveitado.
A bordo, silêncio e identidade própria do
motor 160 cv. Em trechos urbanos esburacados, a
suspensão é dura e devolve com aspereza
o sofrido asfalto local. Mas é assim que
trabalha um legítimo esportivo. A tração
não é integral, mas 4x2. Mas isso não
vai ser problema para quem está acostumado com
os sedans disponíveis no mercado.
Painel e volantes são muito bonitos. No volante
há comandos do controlador de velocidade de
cruzeiro e do sistema de som. O painel tem dois
instrumentos em destaque e um "cluster"
digital de alta definição no centro, com
informações calculadas pelo computador
de bordo. Acabamento é feito em couro e o
sistema de entretenimento e de som são
integrados.
Guinada
A chegada da família Lancer, que inclui a
versão de entrada, a GT, Sportback e Evolution
X marcam a guinada da marca também para o mundo
4x2 no Brasil. Isso porque a marca era famosa pelo DNA
off-road, com a picape L200, Pajero e TR4. O
desembarque do utilitário ASX 4x2 e agora o
Lancer mostram a intenção da Mitsubishi
em ganhar outros nichos de público. Como rivais
na faixa de preço, o Lancer tem o Toyota
Corolla, Honda Civic, Renault Fluence, Peugeot 408.
Dos citados, o que tem design esportivo é o
Civic.´
FICHA TÉCNICA
Motor: 2.0 litros, 4 cilindros
Potência: 160 cv/ 6.000 rpm
Torque: 20,1 MKGF/ 4.200 RPM
Câmbio: Automático, CVT, 6 marchas
Velocidade máxima: 198 km/h 0-100 km/h: 10,8
seg
Consumo: 9,2 km/l e 12,4 km/l (cidade/Estrada)
Porta-malas: 413 litros
RODAS: Aro 18"
Preço: R$ 74.990,00
Inovação
EcoSport
2013 diz alô para o mundo
Foi
apenas uma apresentação. Mas sua aparição,
por minutos, já provocou um terremoto no
mercado brasileiro
Após
uma série de especulações - com
requintes de uma telenovela, fotos divulgadas antes do
previsto, do disse-me-disse, o Ford EcoSport 2013 foi
apresentado oficialmente, em Brasília.
O novo modelo foi revelado em dois locais
simultaneamente: no Salão de Nova Déli,
que estava ocorrendo e na capital federal do Brasil.
Essa forma de apresentação foi escolhida
por dois motivos. Uma em função de o
novo carro ter sido desenvolvido pela equipe
brasileira de engenharia da Ford. A outra é que
a Índia, país situado do outro lado do
planeta, na Ásia, será o foco de expansão
da montadora norte-americana para o mercado global.
O evento é um marco para a história da
Ford do Brasil, pois será a primeira vez que a
montadora brasileira irá fabricar um veículo
global da marca. Traduzindo: o carro, fabricado aqui
em Camaçari, Bahia, em grande escala, poderá
ser exportado para os "quatro cantos do
mundo". A título de curiosidade, o novo
SUV compacto será vendido em mais de 100 países.
"A meta da Ford é desenvolver carros
globais, no entanto,produzí-los perto dos
mercados onde serão vendidos. O Brasil atenderá
a demanda da América do Sul. A Índia,
apenas o mercado indiano", disse Marcos de
Oliveira, presidente da Ford do Brasil e Mercosul.
Entretanto, depois de toda festa que nos foi
apresentada, a Ford revelou que não sabe quando
lançará o novo modelo para ser
comercializado no mercado brasileiro. No entanto, há
especulações na mídia que os
modelos sejam lançados no mês de junho ou
julho deste ano.
"Esse nosso novo produto começa a nova
realidade de globalização",
confirma o diretor de assuntos corporativos da Ford América
do Sul, Rogério Golfarb.
O EcoSport 2013 utiliza a plataforma do New Fiesta, e
já conta com o DNA "One Ford", a
globalização dos veículos da
marca.
Apesar de já ter sido apresentado oficialmente,
como não se sabe sobre a data de sua
comercialização em solo brasileiro, o
novo carro ainda não tem preço e nem
data para estacionar nas concessionárias
brasileiras.
Impressões
O design é realmente, no mínimo,
inovador e ousado. A traseira mantém o estepe
na tampa do porta-malas e é bem similar as
linhas do utilitário Kuga. A grande entrada de
ar lembra a nova Escape. Talvez a versão final
seja mais próxima dela. A grande entrada de ar
frontal confere mais robustez à EcoSport. Os
faróis em leds e detalhes da grade são
características do carro - que ainda é
conceitual - a versão final deve ir para as
ruas sem estes adereços. A motorização
aqui será 1.6 e 2.0, enquanto na Índia o
SUV sairá de fábrica com a nova linha de
motores Ecoboost de 3 cilindros.
Real motivo
Nos bastidores, corre na "língua miúda"
que a pré-apresentação foi uma
tentativa de minimizar o estrago que está sendo
causado pela concorrente francês, o Renault
Duster. Aliás, a Duster deve sentir o impacto lá
na frente. Perderá o confronto no quesito
design, mas deverá manter uma melhor relação
custo x benefício, afinal, a nova EcoSport 2013
certamente chegará com preços mais altos
que a atual.
Porém, o EcoSport não tem só o
Duster como inimigo. Sua renovação
ocorre no momento em que o líder da categoria
SUV ganha mais novos concorrentes, como O Fiat
Freemont, lançado em agosto passado.
Um dos modelos "mais mimados" da Ford fechou
2011 com 38.530 unidades vendidas contra 18.023 do
Hyundai Tucson, o vice-líder, segundo dados
divulgados nesta quarta pela Federação
Nacional da Distribuição de Veículos
Automotores (Fenabrave). No entanto, o Duster emplacou
9.388 unidades em seus 3 meses só de mercado e
"roubou" a liderou mês a mês do
SUV da Ford. Dá pra ver que a briga poderá
ser muito boa!
test-drive
Chevrolet
Sonic quer desbancar Ford New Fiesta e Hyundai i30
Um
novo hatch está prestes a desembarcar no
Brasil. No segundo semestre, o Chevrolet Sonic vai
estar no Brasil
Manhã
de um domingo gelado em Detroit, nos Estados Unidos.
Missão: testar o Chevrolet Sonic hatch, carro
que já está a venda no mercado
norte-americano e que vai chegar ao Brasil neste ano.
Ele foi um dos destaques no estande da General Motors
no Salão de Detroit.
GM colocou frota de carros com carroceria hatch e
sedan para a comitiva de jornalistas brasileiros que
estava lá, por conta da cobertura do Salão
de Detroit.
Tivemos acesso ao modelo hatch. Motor: 1.8 litros, câmbio
automático com seis velocidades e potência
de 138 cv.
Em test-drive que fizemos em percurso de 60 km pela
cidade de Detroit, confirmamos o bom desempenho do
motor. Testamos apenas o modelo hatch. O câmbio
automático tem seis velocidades e a suspensão
é dura. É um carro divertido de dirigir.
Por enquanto o carro é fabricado nos EUA e
Coreia. No final do ano vai ser fabricado no México.
E deve vir ao Brasil no segundo semestre, para
concorrer com Hyundai i30 e Ford New Fiesta. Versão
que vem para o Brasil deve ser também com o
motor 1.8 litros, flex, mas com câmbio manual.
No entanto a assessoria da GM não confirmou a
informação.
Design coreano
Desenvolvido na Coreia do Sul, assim como o Cruze,
o Sonic é produzido no país asiático
e, desde outubro, também na fábrica
americana de Lake Orion, em Michigan. Ainda em 2012,
será entregue também pela unidade de
Ramos Arizpe, no México. A partir deste
momento, hatch e sedan estarão aptos a serem
vendidos no Brasil, aproveitando os acordos comerciais
entre os dois países que derrubam impostos e
taxas a zero. Mas creio que apenas o hatch será
vendido no Brasil.
Nos Estados Unidos, a disputa é feroz, apesar
dos carros pequenos representarem poucas vendas no
gigantesco mercado americano. Lá, o Sonic
encara o Ford Fiesta (o nosso New Fiesta), Mazda 2 e
Nissan Versa (o líder) na categoria de
subcompactos. O Sonic é considerado carro de
jovens universitários ou em início de
carreira ou de aposentados que não querem
carros espaçosos e potentes demais e de famílias
que precisam de um carro menor para uso em momentos
específicos.
É um segmento em formação,
estimulado principalmente por novas e restritivas
metas de consumo de combustível, que resultou
em 300 mil carros no último ano (pouco para os
padrões do país), sendo que o Sonic
correspondeu com menos de 1% deste total (2.500
unidades, ocupando a segunda posição no
mês de dezembro).
Canibalização?
E aí vocês podem me perguntar: será
que sua vinda vai canibalizar as vendas do Agile e do
Corsa? A resposta: não. O Sonic é maior
e mais espaçoso que Corsa e Agile vendidos no
Brasil, mas ligeiramente menor que o rival New Fiesta.
Além dele, vai concorrer com Polo hatch e C3. O
mercado brasileiro cresceu e existem opções
por faixas de preço. Tudo indica que o Sonic
vai custar de R$ 47 mil a R$ 54 mil. Só para
pegar como exemplo, o Agile parte de R$ 39 mil e vai
até R$ 45 mil. Daí, não vai
concorrer com o preço do novo carro da
Chevrolet.
Por dentro do Sonic, há espaço para
cinco ocupantes. O acabamento segue o padrão
atual da GM, visto no Cruze e Cobalt: bastante
material rígido, mas boa qualidade de montagem.
Sentei como passageiro na frente e atrás e
gostei do espaço. Para o motorista também
é bom, assim como a visibilidade ao dirigir.
São três versões de acabamento. A
de entrada LS, a intermediária LT, testada pelo
AUTO, e a top de linha LTZ. Nos EUA, seu pacote de
itens de série inclui direção elétrica,
volante multifuncional com regulagem de altura e
profundidade, rodas de liga leve, freios com ABS,
frenagem de emergência, e controle de
estabilidade e 10 airbags. No Brasil, com certeza não
terá 10 airbags por uma questão de preço
e para ficar mais competitivo. O painel é
moderno e estiloso.
A potência é sempre de 138 cavalos, mas a
motorização varia: há o 1.8
Ecotec do Cruze, com 17 kgfm de torque e câmbios
manual de cinco marchas ou automático de seis,
e o 1.4 turbo, com câmbio manual. Nossa versão
testada, automática com seis velocidades era
ágil no desenvolvimento e com trocas imperceptíveis
das marchas. Será que a GM pensa em trazer essa
versão, já que por enquanto apenas o i30
tem disponível? Seria um ato de ousadia da
marca Chevrolet no Brasil.
A versão sedan não foi avaliada por nós.
Por incrível que pareça, nos Estados
Unidos ela custa mais barato que a versão hatch
- US$ 14.500, enquanto o hatch começa por US$
15. 400. O hatch tem visual esportivo e exclusivo que
o sedan, com spoilers, faróis e lanternas e
rodas arrojadas.
Ficha técnica
Motor: 1.4 litros, turbo/1.8 litros
Potência: 138 cv
Câmbio: manual, 5 marchas/automática 6
velocidades
Porta-malas: 466 litros
Tanque: 46 litros
Direção: assistência elétrica
Pneus: 205/55 R16
Fabricação: EUA/Coreia/México
Quando no brasil: Segundo semestre
Preço: Sedan US$ 14.500 / hatch começa
em US$ 15.400: ambos os preços nos EUA
Diversidade
Naked,
a nova sensação no setor de motos
O
ano termina e com ele vestígios de um segmento
que cresce no Brasil: as motocicletas que não têm
carenagem
Moto
Naked. Em nossa língua pronuncia-se "neiquêt".
Cá entre nós, o próprio nome
é estranho, não? Mas para quem não
tem familiaridade quer dizer moto "pelada",
sem carenagem nenhuma, com um acabamento despojado e
muitas vezes com um design futurista e com um bom
desempenho (algumas de alta cilindrada) em relação
ao motor, melhorando o conforto para condução
em vias urbanas, com guidão mais alto do que
nas esportivas.
Com motor forte e boa posição de
pilotar, permite certo arrojo do piloto, saindo-se bem
tanto na cidade quando na estrada. Em 2012,
principalmente neste último semestre, tem sido
a grande aposta das indústrias, por terem uma
relação custo-benefício
vantajosa.
O estilo possibilita um campo de visão na
pilotagem que permite uma maior visibilidade de tudo
que estiver ao seu redor, o que no caso das carenagens
de algumas motocicletas, inibem a visibilidades e
limitam giro das mesmas.
Com faróis redondos e pneus esportivos, elas
possuem design misto entre motos de passeio e motos
esportivas. O único inconveniente é a
falta de proteção contra o vento (pela
posição de pilotagem sentado) no caso
das viagens.
Entretanto, existem no mercado bolhas e
semi-carenagens para solucionar este problema, mas em
sua maioria, pioram drasticamente o visual da moto.
Bolo disputado
Um dos segmentos mais acirrados do mercado de duas
rodas, o das motos nakeds, tem como líder de
vendas a Honda CB 600F Hornet. De acordo com a
Abraciclo, foram vendidas 5.396 unidades da marca este
ano, incluindo as duas versões (Standard e
C-ABS), ante 3.455 da Yamaha XJ6 e 1.680 da Kawasaki
Er-6n. Marca, esta última, que inaugurou em
Fortaleza, sua recente revendedora, a Nikkei Motos.
Neste seleto time, a Hornet, da Honda, que também
é líder mundial, vai um pouco além
e é conhecida como um "Street Fighter"
- lutador de rua, que transfere uma imagem de moto
nervosa, que encara qualquer briga, com vontade própria
e espírito dominador.
Seu porte médio oferece boa desenvoltura nos
corredores entre os carros e admite manobras com
relativa tranquilidade. As suspensões reservam
um rodar preciso e para isso são bastante
progressivas. Os impactos maiores com as imperfeições
do piso são devolvidos ao piloto com
intensidade e isso demanda estar bem posicionado a
cada momento para recebe-los. O formato da versão
2012 da Hornet melhorou o encaixe das pernas do piloto
e o banco oferece conforto ao garupeiro.
A mais potente
Vira e mexe, a Suzuki gosta de
"aprontar". Nesse ano, só vendeu 199
unidades do modelo. Porém, não é
o número de poucas vendas que chama atenção,
mas uma peculiaridade. No mundo das nakeds, a B-king
é a mais veloz do planeta, que ao acelerar no
modo "B", ela já parece uma moto
suficientemente rápida e potente. Entretanto,
ao selecionar no modo "A" percebe sua força.
Sem a proteção aerodinâmica de uma
superesportiva, a aceleração é
vertiginosa. Na retas, o velocímetro consegue
atingir mais de 230 km/h. A B King é incontestável,
pois é equipada com o motor da Hayabusa,
conhecida como a mais veloz em produção
de série, e isso, sem dúvida, poupa
comentários.
Inovação
Nova
versão da Ford entende português
O
luxo e a tecnologia foi renovada, trazendo mais
conforto e também agora um preço mais
competitivo de mercado
Os
quesitos de entretenimento e segurança estão
sendo agraciados com a moderna tecnologia instalada no
Edge 2012.
A novidade está, principalmente, na nova geração
do sistema multimídia SYNC-Microsoft,
desenvolvida para operar com comando de voz em português,
além de trazer navegador GPS com mapas
atualizados pela rede TeleAtlas.
A possibilidade de operar telefone, navegador,
sistemas de entretenimento e climatização
a bordo por toques na tela ou comando de voz já
era disponível na sua versão anterior,
entretanto, o sistema só reconhecia o inglês,
francês e espanhol. Agora, o francês foi
substituído pela língua portuguesa.
Outro destaque fresquinho é a opção
de modelo com tração dianteira (FWD) na
versão SEL e Limited, que fez com que o automóvel
entrasse no mercado de crossover mais competitivo,
tendo o seu preço inicial de R$119.900 (SEL),
R$2.200 a menos do menor valor de 2011.
Além disso, vale destacar também que,
excetuando as quatro cores já disponíveis
na antiga versão, o novo Edge pode ser
encontrado ainda no cinza Oregon, vermelho Turim e
Azul Sevilha.
No quesito segurança, não foram poupados
itens ligados às novas tecnologias. O lançamento
manteve os seis airbags, com freios ABS nas quatro
rodas, com distribuição eletrônica
de frenagem (EBD) e monitoramento de pressão
dos pneus. Não esqueceu também de trazer
o sistema de monitoramento de ponto cego, o alerta de
tráfego cruzado e a câmera de ré,
que tem sensor de proximidade e agora oferece três
níveis de zoom na tela de 8 polegadas.
Para completar a lista, também há o
controle eletrônico de estabilidade (sistema
AdvanceTrac com RSC), disponível em todas as
duas versões, para evitar derrapagens e
capotamento.
Somado a maior proteção, ainda existe o
Sistema de Segurança Pessoal Ford, composto de
sensor de severidade de acidentes, com cintos pré-tensionados
com retrator de gerenciamento de força.
Conforto em
alta
Antes o passageiro poderia invejar a alta
comodidade das dez posições do acento do
motorista, agora ambos os bancos dianteiros tem esse
privilégio de ajuste lombar. A linha 2012 ainda
conta com cabine com revestimento em couro preto na
versão SEL e em couro cinza nas versões
Limited.
O acesso inteligente tornou-se outro diferencial do
automóvel. São três opções
diferentes de abrir a porta do carro. A primeira
é a forma convencional, a segunda está
na vantagem de abrir a maçaneta sem a
necessidade de usar a chave, apenas tendo-a em sua
posse, situação ideal para as mulheres
que não sabem onde a guardou na bolsa.
A última forma é para aqueles que não
gostam de levar a chave consigo. O motorista pode
abrir o carro usando o código no teclado numérico
da porta, que é próprio e único
de cada unidade do veículo.
Falando em chave, o sistema MyKey permite configurar a
chave reserva para limitar a velocidade, o volume do
som e impedir a desabilitação dos
equipamentos de segurança. Além disso, há
ainda a função Valet Mode, que bloqueia
o acesso às configurações
originais estabelecidas pelo dono.
Para compor o
design
O teto solar panorâmico, encontrado apenas
no modelo Limited, pode ser encontrado agora em duas
versões e, consequentemente, em dois preços.
Com FWD é R$ 142.000 e com tração
integral (AWD) custa R$ 147.000. Sem esse item, o
valor muda, respectivamente, para R$133.000 e
R$138.000. Há um lote para comercializar antes
do aumento do IPI, depois disso todos os valores terão
aumento de 5%. Na pré-venda, foram vendidas já
mais de duas mil unidades.
Ficha técnica
Motor: 3.5 litros, V6 (6 cilindros) Ford Duratec
TiVCT 4V, movido a gasolina
Potência: 289 cv/6.500 rpm
Tração: 4x2 ou 4x4 (integral)
Pneus: Radiais P245/60 R18 ou P245/50 R20
CÂMBIO: seis velocidades e uma a ré
(transmissão automática)
PREÇOS: De R$ 133 mil à R$ 147 mil (Base
São Paulo)
Detalhes sutis
A versão Limited pode ser encontrado com
tração dianteira (preço inicial:
R$133.000) ou também com tração
integral (preço inicial: R$138.000), ambos têm
a opção de incluir o teto panorâmico.
O modelo traz duas telas de LCD de 4,2 polegadas,
piloto automático no volante e uma tela
touchscreen colorida de 8 polegadas no painel central,
com os controles do SYNC. Além disso, a lista
de equipamentos do básico se completa com rodas
de 20 polegadas com acabamento cromado, sistema MyFord
Touch/SYNC com GPS, banco elétrico com 10
ajustes para motorista e passageiro, sistema de
monitoramento de pontos cegos com alerta de tráfego
cruzado, sensor de chuva, entre outros quesitos.
A versão sel é a linha mais acessível
do novo Ford Edge 2012, custando R$119.900, R$2.200 a
menos comparado a mesma versão de 2011. O
modelo está disponível apenas com tração
dianteira e com sua cabine revestida em couro preto.
Outra diferença, comparado ao Limited, está
em alguns itens de conveniência, como a opção
apenas da tela colorida de 4,2 polegadas no painel com
comandos configuráveis, podendo também
ter controle no volante, além de dispor também
do computador de bordo com diagnóstico e bússola.
Mesmo sendo a versão mais básica, não
faltam opções no quesito segurança,
como controle eletrônico de estabilidade e
freios a disco com ABS nas quatro rodas.
Futuro
no presente
Híbridos
e elétricos dominam
Com o tema
"Mobilidade pode mudar o mundo", esta edição
do Tokyo Motor Show revelou que os híbridos e
elétricos estarão em breve em todas as
ruas do mundo;
Após
o terremoto e tsunami em março de 2011, que
afetaram as montadoras japonesas fortemente, o poder
de superação do povo japonês
é admirável.
Ao contrário de 2009, quando apenas as anfitriãs
japonesas Toyota, Honda, Suzuki, Nissan e Mitsubishi
mostraram novidades, desta vez as europeias
Volkswagen, Peugeot, Citroën, Mercedes-Benz, Land
Rover marcaram presença. As norte-americanas
Ford, General Motors e Chrysler não estavam com
estandes.
O Salão ficou aberto para o público a
partir do dia 2 e prossegue até 11 de dezembro.
Dois dias foram dedicados para a imprensa: dia 30/11 e
1 de dezembro.
Desta
vez, 170 exibidores de 35 marcas de 12 países
estão presentes. Em 2009 foram 129 exibidores
de 21 marcas de 10 países. O número de
exibidores cresceu 39% e o espaço de exibição
cresceu 61%, o que revela uma retomada do mercado asiático,
mesmo após o terremoto e tsunami de 11 de março
passado.
A Toyota tem quase 50% do mercado japonês.
Cercada de expectativa, a fala do presidente mundial
da marca, Akio Toyoda, mostrou que a marca aposta nos
híbridos e nos elétricos. Carros
conceito também fizeram parte do maior estande
do Salão de Tóquio.
Mostraram o Prius Plug-in. O destaque é a nova
bateria de lítio-ion de alta capacidade, que
pode ser carregada em uma tomada comum.
Destaques
Toyota: Prius Plug-in, 86 (esportivo), Fun-Vii , ,
FT-EV III (elétrico)
Honda: Fit elétrico, Micro Commuter, EV-STER ,
Nova CR-V
Nissan: Nismo, Leaf, PIVO III
Mitsubishi: Mirage
Subaru: nova geração da família
Impreza
Suzuki: Nova geração do Swift, Swift elétrico
Volkswagen: nova geração do Beetle,
Passat CC
Mercedes-benz: Veículos de célula de
combustível de hidrogênio,´
conceito F125! , nova Classe B
BMW: Carros conceito e nova Série 1
Peugeot: FX1 Concept Car, novo 508
Renault: Megane GT line
Lotus: Esportivo: Elise S
Mini: Coupé e Paceman conceito, Country Man
ROLLS-ROYCE
Brasil
na rota carro premium
Excelência
em veículos de alto luxo e fabricados somente
por encomendas, o Rolls-Royce anuncia sua chegada ao Brasil
com sua primeira revenda da marca
O
brasileiro gosta, deseja e, sempre que possível,
consome produtos e artigos de luxo. Tudo bem que
qualidade e sofisticação têm seus
preços, entretanto, quem não gostaria de
desfrutar do que há de bom e melhor?
Para aquecer mais este desejo, no mercado no segmento
de carros de alto padrão, a Rolls Royce
apresentou em São Paulo (SP), sua chegada
oficial ao país.
A marca ficará à cargo da Via Itália,
que tem à frente o empresário Francisco
Longo e que também representa as marcas que
embalam a maioria dos sonhos dos marmanjos, como
Ferrari, Maserati e Lamborguini, a comercialização
dos carros da Rolls-Royce.
O anúncio desta nova linha de negócios
da Via Itália contou com a presença do
presidente mundial da marca alemã, Torsten Müller-Ötvös
- que apresentou uma linha do tempo da Rolls-Royce aos
convidados e falou sobre os planos da montadora para o
Brasil. "Temos estudado a bastante tempo o
mercado brasileiro. É um país que não
para de crescer, tem sua economia consolidada, além
do mais, é um país estratégico e
estamos confiante de que foi uma escolha acertada. O
país vem crescendo seu mercado de luxo e tem
uma representatividade em ascensão",
salientou o executivo.
Segundo Müller-Ötvös, os carros
Rolls-Royce vão além do desejo de alto
padrão, mas também "materializa o
sonho de muitos que prezam pela excelência de
produtos feitos sob medida, de forma artesanal e com
muito requinte. Cada carro leva em média 450
horas para ficar pronto, trabalhamos com bordados,
ornamentos, produzimos veículos tão
pessoais quanto a impressão digital de cada um
dos proprietários", detalha.
Expectativa de
vendas
Falar de carros Rolls-Royce é, sem dúvida,
tratar de um público altamente específico,
exigente e com um forte poder aquisitivo.
O modelo importado, especialmente para o lançamento,
um Ghost, custará por aqui a
"bagatela" de US$ 1 milhão, ou seja,
mais de R$ 2 milhões. Ironia ou não,
este é o mais barato dos carros da Rolls-Royce.
Além deste, Francisco Longo antecipou que a
loja - a ser inaugurada definitivamente em março
de 2012 - contará em seu showroom com os
modelos Phantom e Coupé.
"O brasileiro gosta de comprar e sair com o carro
de uma concessionária. É um público
que não busca muita personalização
de um veículo deste tipo. Ele deseja ter a emoção
de já sair rodando e isso é que
buscaremos ao manter uma unidade de cada modelo em
nosso showroom", disse.
Em relação às vendas, o
presidente da Rolls-Royce espera que, em 2012, a marca
possa comercializar entre 10 e 15 unidades no país.
Para o representante local, além de São
Paulo, Santa Catarina, Paraná e Brasília
são boas apostas de público consumidor.
"Temos estudos que mostram como a capital federal
tem potencial no segmento de carros de luxo. O Sul do
país também tem destaque. Do Nordeste
esperamos uma ou duas unidades neste início de
operação", ressaltou Francisco
Longo.
O carro
Visto de perto, o Ghost exala uma aura informal.
É um carro sem concorrentes, aonde chega
torna-se majestade, mesclando linhas fortes e robustas
externamente, e exclusividade e muito bom gosto na
parte interna. Sem falar de toda tecnologia embarcada.
Aliás, vale ressaltar que a assistência técnica
será oferecida pela Via Itália aos novos
proprietários e o grupo seleto, que já
detém um veículo da marca no Brasil,
também poderá contar com este serviço
em caso de alguma necessidade.
"São carros que não rodam muito, em
média, somente mil quilômetros por ano.
Quem costuma dirigir é o próprio dono e
como é um carro feito de forma artesanal, com
muito cuidado, são veículos que não
dão problemas. Mas teremos uma equipe
especializada para quaisquer necessidades",
esclareceu Francisco Longo.
Mais de perto
Voltando ao modelo e observano seus detalhes, o Ghost
traz consigo "ombros" e "flancos"
(lados) potentes, com um desenho nítido
à medida que fluem das asas traseiras para as
luzes traseiras.
Detalhes como os escapamentos cromados opcionais dão
uma pista da natureza mais dinâmica do veículo.
O princípio central de oferecer simplicidade a
partir do complexo perpassa todo o Ghost. Nele, tudo
foi concebido, pensado, projetado e produzido para
aprimorar a experiência de dirigir e viajar, não
para complicá-la.
Para o projetista da marca, Charles Coldham, "o
Ghost é tão refinado e acolhedor quanto
tudo que esta marca já produziu até
hoje".
Dentro do Ghost, um ambiente contemporâneo e ao
mesmo tempo fiel às tradições da
Rolls-Royce com materiais de qualidade e conforto sem
igual.
Por dentro, existem lâmpadas foscas e maçanetas
cromadas nas portas, tradicionais botões no
formato de cravelhas de violino e entradas de ar
redondas, mostradores brancos foscos e instrumentos
refinados. Carpetes espessos podem ser complementados
por tapetes opcionais de lã para uma sensação
verdadeiramente luxuosa. Estes são apenas
alguns dos inúmeros detalhes deste célebre
e único modelo. Sem dúvida, uma
obra-prima de dar inveja.
Fique por
dentro
Rolls-Royce
A marca é uma empresa britânica sendo
uma das mais conceituadas da Inglaterra e no mundo.
Sinônimo de qualidade e alto padrão de
conforto no mundo, tornou-se famosa pela fabricação
dos automóveis mais luxuosos do planeta,
utilizados por grandes monarcas e presidentes. Hoje
está sediada em Goodwood. Foi fundada por
Frederick Henry Royce e Charles Stewart Rolls em 15 de
março de 1906 como resultado de uma parceria
formada em 1904. Desde 1998, a Rolls-Royce pertence ao
Grupo BMW.
Ficha técnica
Motor: 6.6 V12 (gasolina)
Potência: 563 cavalos
Câmbio: Automático de seis velocidades
Porta-malas: 83 litros
Aro: 19" e 20"
Veloc. máxima: 250 km/h
0 a 100km/h: 4, 6 segundos
Capacidade: Cinco pessoas
Preços: US$ 1 milhão ( cerca de dois
milhões de reais)
Lançamento
Honda
Civic 2012: em busca da liderança no País
O
páreo é difícil. Pela frente um
inimigo de peso a ser batido, o Corolla, da Toyota -
seu conterrâneo. Porém, o Novo Civic se
"arrumou" todo e ficou até mais
luxuoso por dentro
Vamos
ser direto. Em relação à oitava
geração (desde 2006), o novo modelo
mudou e muito. O design externo foi reformulado, assim
como o painel. Motor, suspensão, e câmbio
também passaram por mudanças
significativas.
Em termos de estilo, a carroceria ganhou cantos,
digamos, mais vivos. Faróis e para-choque
dianteiro estão mais salientes que os vendido
nos Estados Unidos.
Colocando lado a lado com o antigo, o Civic, desta
nona geração, melhorou muito no tamanho
do porta-malas e no nível de equipamentos. O
porta-malas foi de 340 para 449 litros e o tanque foi
de 50 para 57 litros.
Quanto aos equipamentos, as três versões
(LXS, LXL e EXS) vêm de série com câmera
de ré, computador de bordo, ar-condicionado
digital e som com comandos no volante.
A pretensão da Honda é retomar a liderança
do segmento, atualmente com o Corolla. Os preços
oficiais ainda não foram divulgados, mas a
empresa afirma que pretende manter a tabela atual, que
vai de R$ 66.660 (LXS) a R$ 86.750 (EXS).
Para a versão topo de linha, a Honda reservou
itens como GPS na tela central (6,5 polegadas, touch
screen), airbags laterais e teto solar. No caso do LXS
e LXL, que não têm o monitor central, a
imagem da câmera de ré aparece na parte
superior do painel, na mesma tela do computador de
bordo, de 5 polegadas. Entre os itens de conforto que
finalmente chegam ao sedã, está o
comando "um toque" para todos os vidros
(antes, só o do motorista tinha o dispositivo).
Além disso, as janelas agora podem abrir e
fechar pelo botão na chave.
O volante traz comandos de som, controlador de
velocidade e computador de bordo em todas as versões.
Adicionalmente, o EXS tem comandos do telefone
Bluetooth.
O motor 1.8 i-VTEC tem a mesma potência (140 cv
com etanol) e torque (17,7 kgfm), mas há leves
alterações. Segundo a montadora, o Novo
Civic só estará disponível em
janeiro nas concessionárias
Test drive
O test foi no autódromo e muito curto.
Entretanto, deu para perceber que o Civic mostrou a
costumeira boa agilidade. Rápido nas retomadas,
o sedan mostrou bem disposto e colados nas curvas, sem
perder a aderência.
Ficha
técnica
Motor: 1.8 16V flex
Potência: 140 cv (etanol)
Câmbio: Automático ou manual ( 5
velocidades)
Tanque: 57 litros
Porta-malas: 449litros
Preços: R$ 67.326 a 87.617
novidades
Saiba
as surpresas nas revendas em 2012
A
dinâmica do mercado brasileiro se reflete na
velocidade dos lançamentos de novas versões
e gerações de carros, com objetivo de
ganhar coração e mente dos clientes
A
PSA Peugeot Citroën iniciou neste mês a
produção em série do Peugeot 308
em seu Centro de Produção de El Palomar,
na região metropolitana de Buenos Aires, na
Argentina. Carro estará nas revendas em
janeiro. O novo automóvel, construído
sobre a mais moderna plataforma média do Grupo
PSA Peugeot Citroën, será comercializado a
partir do próximo ano, inicialmente, na
Argentina e no Brasil.
Progressivamente, também chegará aos
outros principais mercados da América Latina. O
projeto de desenvolvimento do veículo demandou
dois anos de trabalho das equipes locais do Grupo PSA
Peugeot Citroën e investimentos de cerca de
120 milhões, dos quais uma parte importante se
destinou à integração de
componentes locais. Também foram realizados
fortes investimentos na capacitação dos
profissionais que participam da produção
do modelo. No total, para garantir o alto nível
de Qualidade na fabricação do Peugeot
308, foram realizadas mais de 88 mil horas de capacitação
de operários, técnicos e engenheiros.
A Honda, que está lançando neste momento
o novo Civic, em São Paulo, para a imprensa
brasileira, quer entrar no nicho de compactos e vai
revelar o Brio, que será seu carro de entrada.
O SUV CR-V, fabricado no México, deve ganhar
reestilização, até o início
do segundo semestre.
No mercado de picapes muitas novidades. Depois da
chegada da Volkwagen Amarok e da recém lançada
nova geração da Hilux, a Chevrolet e
Ford decidiram acelerar seus lançamentos. A
nova S10 e a Ranger deverão ser apresentadas
ainda no primeiro semestre. As duas marcas americanas
acreditam no sucesso das novas gerações
para barrar o avanço da japonesa Toyota e da
alemã Volkswagen. Detalhe: Amarok automática
deverá ser apresentada também em 2012. A
briga é de picape grande!
Ainda falando de Toyota, a marca japonesa decidiu
trazer o Prius híbrido para nosso mercado no
final do primeiro semestre. Vai concorrer com Fusion Híbrido
e servirá como carro de imagem da multinacional
nipônica. Preço não foi divulgado.
Com o sucesso do Novo Palio, é natural que seu
irmão maior, o Siena, ganhe inovações.
Já circulam em Belo Horizonte algumas unidades
do sedan pequeno disfarçado. Tudo indica que até
abril o veículo esteja no show room das
concessionárias. Também da mesma marca,
o Punto, deverá sofrer reestilização.
Em função da alta do Imposto sobre
Produtos Industrializados (IPI), a Kia adiou alguns
investimentos. Mas em 2012 o presidente da Kia do
Brasil, José Luiz Gandini, garantiu que vai
trazer a Sportage com motor flex e o Optima, um sedan
grande. Hyundai ainda não confirmou, mas o i30
deve mudar até junho.
Especulações
Não se sabe com certeza, mas a Volkswagen
trabalha com afinco na nova geração do
Gol, com o objetivo de manter a liderança do
carro no mercado brasileiro. A Citroën vai trazer
o DS3 e a nova EcoSport é aguardada com
expectativa para o segundo semestre de 2012. O Cerato
hatch e o Chevrolet Sonic e o novo Malibu podem
desembarcar. O Cruze hacht é uma incógnita.
Com tudo isso, amigo leitor, fica fácil
analisar a melhor compra. Com nosso suplemento, você
não terá surpresas e o sonho não
vira pesadelo.
O que vem
por aí
Fiat: Novo Siena
Ford: Nova Ranger
Peugeot: Novo 308
Toyota: Prius híbrido
Honda: Brio
Honda: Nova CR-V
Chevrolet: S10 e Blazer
Kia: Sportage Flex e Optima
Fiat: Novo Punto
Volkswagen: Amarok automática
FIAT
Novo
Palio muda e fica esportivo ao completar 15 anos
Mesmo
ainda adolescente, o debutante Palio dá sinais
de maturidade com mudanças significativas,
interior moderno e design que segue linha do Punto e
Bravo. São três motorizações
em seis versões
Aos
15 anos de idade, o Palio já vendeu no Brasil
2,5 millhões de unidades desde seu lançamento,
em
1996. A
Fiat reuniu a imprensa automotiva
em Belo Horizonte
para mostra em detalhes a novíssima geração
do carro.
São seis versões, todas quatro portas e
em três motorizações:
1.0 litros
,
1.4 litros
e
1.6 litros
, 16 válvulas, flex. Carro já estará
nas concessionárias até o final da próxima
semana. O Palio Fire continuará sendo vendido,
mantendo estratégia que está dando
certo.
O consumidor terá duas versões
Attractive,
1.0 litros
e
1.4 litros
, duas Essence (1.6 manual e 1.6 câmbio Dualogic)
e duas Sporting (Manual e Câmbio Dualogic).
Anote os preços: R$ 30.990 (
1.0 litros
); R$ 34.290 (
1.4 litros
), R$ 37.990 (
1.6 litros
)/R$ 40.490 (Dualogic), r$ 39.990 (Sporting manual) e
R$ 42.490 (Sporting Dualogic).
Basta olhar as fotos e verificar: o novo Palio está
mais bem resolvido que sua geração
anterior, cuja traseira não era tão harmônica.
Mesmo não sendo uma revolução
completa, como o Novo Uno, a jovialidade e renovação
estão evidentes.
A dianteira tem linhas arredondadas, com faróis
de dupla parábola em formato de gota.
O carro cresceu na largura, altura, comprimento e
entre-eixos. O resultado: maior espaço interno
para os ocupantes.
Teste
Com muitas ladeiras, Belo Horizonte é a
cidade ideal para conferir os atributos de um veículo
nas subidas e descidas. Testamos os três motores
que equipam o Novo Palio.
Primeiro o
1.0 litros
, abastecido com etanol. A impressão ao entrar
no carro foi boa. Posição de dirigir
é excelente. Volante tem fácil
empunhadura. Espaço interno para cinco pessoas.
Acabamento é razoável, com muito plástico.
O câmbio
tem bom engate. Quanto ao motor...
Os carros
1.0 litros
em subidas simplesmente não têm
desempenho quando exigidos. Com 3 ocupantes no carro,
sem bagagem no porta-malas, mesmo assim nas subidas de
BH o Palio
1.0 litros
sofreu. O motorista acostumado com motores mais
espertos vai ficar frustrado. No cotidiano da cidade,
caso seja plana, como é o caso de Fortaleza, o
Palio não vai decepcionar.
Com o
1.4 litros
isso muda. A relação câmbio motor
é ótima, bem como peso/potência.
É a versão que recomendo. Dirigi por
30 km
na área urbana de BH e o Palio cumpriu bem sua
missão.
Por fim foi a vez de pegar o Sporting. Bonito por fora
e por dentro, sua tocada esportiva empolga, bem como o
motor
1.6 litros
.
A versão que testei tinha o câmbio
Dualogic. Confesso que não sou lá muito
fã dos automatizados. Mas no Palio Sporting ele
se encaixou bem, ainda mais quando se coloca no botão
S, de Sport.
Em resumo: com as novidades, o Palio deve se manter
entre os três carros mais vendidos do País,
com louvor.
Ficha técnica
Motor: 1.0 l/1.4 l/
1.6 litros
Potência: 75cv/88cv/117 cv
Câmbio: Manual ou Dualogic, cinco velocidades
Consumo: 13,6 km/l; 13,1 km/l; 12,1 km/l (Urbano);
Versões: Attractive, Essence e Sporting
Porta-malas:
290 litros
Tanque:
48 litros
Fabricação: Betim (Minas Gerais)
Fonte: Fiat
Preços e
detalhes
Atractive: R$ 30.990 (
1.0 litros
)/R$ 34.290 (
1.4 litros
); itens de série: limpador e lavador traseiro,
direção hidráulica, computador de
bordo, comando interno para abrir o porta-malas, e
retrovisores, maçanetas e para-choques na cor
do automóvel
Essence: R$ 37.990 (
1.6 litros
)/R$ 40.490 (Dualogic),
Sporting: R$ 39.990 (câmbio manual;
1.6 litros
) e R$ 42.490 (câmbio Dualogic;
1.6 litros
)
Investimento: R$ 1 bilhão
Fiat
Panda terá versão Abarth com motor
TwinAir Turbo com 110 cv
O Abarth Panda 2013
terá motor TwinAir Turbo com 110 cv, segundo o
site
Auto Express. O pequeno bloco de dois cilindros tem
apenas 875 cm3.
Com essa potência, o Abarth Panda 2013 vai de
0 a
100 km/h
em 8,5 segundos e
177 km/h
de velocidade máxima.
Além disso, o Abarth Panda promete um consumo
excepcional de 25,4 km/litro. Esse mesmo motor deverá
equipar a versão 4×4 do Panda 2012.
Com previsão de chegar por volta de 2013, o
Abarth Panda terá pacote visual e aerodinâmico
característico da sub-marca esportiva, bem como
rodas aro 16 ou 17 e suspensão mais baixa.
O Abarth Panda 2013
deverá ser vendido por um preço estimado
em R$42.000 no Reino Unido.
Versão
2012
Hilux
e SW4 em detalhes
Depois
do disse me disse, da espera por parte da clientela e
da expectativa criada pela Toyota, elas chegaram e já
estão fazendo alarde. Conheça com
exclusividade as desejadas novas Hilux e SW4
Para
a imprensa, a estreia oficial da nova geração
da picape média e do utilitário
esportivo aconteceu na semana passada, em Bento Gonçalves
(RS). Uma semana antes, porém, "as
novidades" já se encontravam em suas
revendedoras espalhadas pelo o País, mas
"trancafiadas no porão" e um detalhe:
já com fila de espera.
"Para você ter uma ideia, só em uma
loja há uma fila de 35 clientes já donas
da picape. Do utilitário esportivo, isto
é, da SW4, nós temos 28
compradores", contabiliza o gerente de vendas.
E das versões, quem pensou que a que sai mais
é a de entrada, enganou-se. "No Brasil, a
versão que vende mais, por incrível que
pareça, é a top de linha, a SRV automática",
diz.
Na fatia do mercado, em termos de picape, ele diz que
a Hilux tem 40% do segmento. "Com as mudanças,
a expectativa é de crescer ainda mais",
aposta. Por curiosidade, entre os dois produtos da
marca, a picape e a SW4, a primeira é que tem
mais saída. Em números, por mês,
desta concessionária, de 100 a 120 picapes saem
para as mãos do consumidor. Já a SW4, de
40 a 50 do modelo são vendidas por mês.
"No segmento, ela tem cerca de 20 a 25% no
estado", calcula.
Nos contornos da Hilux, isto é, em termos de
design, elas não mudaram drasticamente. A
frente do veículo, por exemplo, não
é mais a mesma. A transformação
foi por causa da aquisição da grade
cromada, faróis que invadem um pouco mais a
lateral e para-choque com refletores.
Na lateral, além das novas rodas e estribos, o
destaque fica por conta dos retrovisores laterais.
Eles ganharam luzes de sinalização. Na
traseira, novo para-choque e as lanternas ganharam
novas configurações - na SW4 e na Hilux.
Internamente, a nova Hilux recebeu novo painel de
instrumentos para lá de moderno. Ainda por
dentro, mudanças nos forros dos bancos e nas
laterais das portas.
A Hilux 2012 terá quatro versões de
acabamento (DLX, DLX+, SR e SR+), três de cabine
(simples, estendida e dupla) e duas de tração
(2WD ou 4WD). Os motores diesel serão o 2.5
turbocharging, que ganhou 24 cavalos a mais (102 cv),
e 3.0. Além das mexidas citadas, a Toyota
incluiu uma outra que mexerá com o mercado: a
introdução da Hilux flex. Com motor de
2.7, ele terá 158 cavalos de potência. O
modelo flex só chegará em fevereiro.
Esportivo
com tração 4x4
Lancer:
velocidade e conforto interno
A
Mitsubishi Motors amplia sua presença no Brasil
com mais um lançamento: o Lancer Sportback
Ralliart, um carro esportivo com conforto e espaço
interno de sedan
Derivado
do consagrado Lancer Evolution X, o Lancer Sportback
Ralliart inaugura um novo conceito de sedan esportivo,
mantendo a segurança e o prazer de dirigir, sem
abrir mão da potência e do DNA da marca.
O Lancer tem uma história que começou em
1973 e passou 38 anos se aperfeiçoando no
laboratório mais rigoroso do mundo: o WRC (World
Rally Championship), o mais importante campeonato
mundial de rali.
"O Lancer Sportback Ralliart tem um conceito
inovador e a versatilidade como seu grande
diferencial, juntando conceitos de um sedan, sem
perder o desempenho de um esportivo com os traços
de um cupê", afirma Robert Rittscher,
presidente da Mitsubishi Motors do Brasil. A equipe de
vendas das concessionárias está passando
por treinamento para a chegada do carro no País
ainda este mês.
Equipado com motor de 2.0 litros que produz 250 cv e
35 kgf.m de torque, o Lancer Sportback Ralliart possui
transmissão automática de seis
velocidades com dupla embreagem, que deixa a troca de
marchas rápida e com conforto.
O carro leva a grife Ralliart, que é a divisão
esportiva dos veículos de alta performance da
Mitsubishi Motors desde 1984, sinônimo de equilíbrio
entre performance dinâmica, prazer ao dirigir e
conforto para uso diário. Mais do que isso, a
grife representa o aprendizado adquirido em quase
quatro décadas de desenvolvimento e produção
de carros de competição, que foram 12
vezes vencedores do Rally Dakar e quatro vezes do WRC.
O Lancer Sportback Ralliart incorpora elementos
característicos do Lancer Evolution X, como a
grade trapezoidal Jetfighter, que combina
esportividade com a funcionalidade de refrigerar o
motor turbo. Os faróis Bi-Xênon têm
sistema direcional AFS, que ativa um farol lateral
quando o motorista vira o volante para a esquerda ou
direita, melhorando a visualização em
curvas.
O capô de alumínio abriga uma entrada de
ar para refrigeração da turbina e dois
extratores de ar quente que, além de serem
funcionais, melhoram a performance e conferem um
visual ainda mais esportivo ao modelo. O material
extremamente leve faz com que a carroceria tenha peso
menor, além de diminuir o centro de gravidade.
O aerofólio traseiro está
estrategicamente posicionado na mesma linha do teto e
seu ângulo foi cuidadosamente ajustado para
aproveitar ao máximo o fluxo de ar e reforçar
a estabilidade do veículo. Os pneus são
de 18 polegadas (215/45 R18), com freio a disco nas
quatro rodas, sendo refrigerados na dianteira. A dupla
ponteira de escapamento completa o visual esportivo do
Lancer Sportback Ralliart.
Motor
e transmissão
Equipado com motor de 2 litros, quatro
cilindros e turbo intercooler de alta performance, o
Lancer Sportback Ralliart impressiona com sua potência,
proporcionando uma condução esportiva. O
bloco e o cabeçote são de alumínio,
deixando-o extremamente leve.
O motor utiliza o avançado sistema MIVEC
(Mitsubishi Innovative Valve timing Electronic Control),
desenvolvido pela Mitsubishi, com 16 válvulas
acionadas por duplo comando.
Assim como motor, a transmissão Twin Clutch SST
é a mesma utilizada no Lancer Evolution X.
Esse sistema de dupla embreagem, com pré-acoplamento,
possibilita respostas extremamente rápidas nas
mudanças de marcha.
Isso é possível, pois as marchas
ímpares e pares são colocadas em
engrenagens separadas no eixo de entrada, o que faz
com o que o sistema funcione como se o veículo
possuísse dois câmbios trabalhando
simultaneamente, e o resultado são trocas dinâmicas
e na rotação ideal.
FICHA
TÉCNICA
Motor: 2.0 litros, 4 cilindros, 16 válvulas
Potência: 250 cv
Torque: 35 kgf.m
Câmbio: automático de seis velocidades
com dupla embreagem
Tração: 4x4 integral
Porta-malas: 450 litros
Pneus: Aro 18 (215/45 R18)
Preço: R$ 149.990,00 (Base SP, sem frete
incluso)
NOVA
LINHA
Mercedes-Benz
de cara nova
Montadora
alemã convida imprensa para conhecer de perto a
renovação visual e tecnológica da
linha de caminhões 2012 e sua nova Sprinter;
alguns dos modelos passarão a ser fabricados no
Brasil, na fábrica de Juiz de Fora (MG), a
partir de janeiro
Duas
palavras resumem a indústria automotiva alemã:
inovação e excelência. Nos dias 19
e 20 últimos, jornalistas brasileiros e
argentinos conferiram de perto a linha 2012 de caminhões,
além da nova Sprinter e os chassis para ônibus
articulado, todos com motorização dentro
das normas mundiais de emissão de poluentes,
Euro5 e PROCONVE P-7.
No descerrar das cortinas, o que se viu foi uma
Mercedes-Benz decidida a retomar a liderança do
segmento de cargas em 2012, seja pela linha de veículos,
seja pelo discurso do presidente Jürgen Ziegler.
"Estamos não só atualizando nossa
linha, mas também melhorando nossos produtos e
dando início a uma Mercedes-Benz mais
competitiva. Veículos com motorização
limpa, segura e que nos colocam em novos marcos de
consumo e desempenho", disse o também CEO
da empresa na América Latina.
Às consagradas famílias Accelo, Atego,
Axor e Actros juntam-se agora os caminhões
Atron, sucessores de modelos campeões na preferência
dos clientes. O Atron mantém a tradição
de ser o único ´bicudo do mercado
brasileiro´ e, nas palavras do presidente,
"tem o melhor valor de revenda do mercado".
Os gigantes Axor e Actros vêm com câmbio
automatizado, pensando no conforto dos motoristas. E a
nova Sprinter, esta recebeu um tapa no visual, ficando
mais moderna e de cara arrojada. "Estamos
introduzindo avançadas tecnologias voltadas
para segurança dos veículos e conforto
dos condutores, novos motores para atendimento ao P-7
e uma inédita identidade visual", disse
Ziegler.
Alguns
destaques
Diante de tantas novidades, falaremos de algumas
delas dentro dos modelos da linha 2012. A tecnologia
BlueTec 5 nos motores responde às novas regras
para redução de emissão de
poluentes da frota; com exceção da
Sprinter, contemplada com motores BlueEFFICIENCY. Este
sistema faz a recirculação dos gases de
escape (EGR), que insere gás de escape dentro
do cilindro visando reduzir a temperatura e,
consequentemente, a formação de NOx. A
Mercedes passa a utilizar os motores OM 651 LA e OM
924 LA de 4 cilindros, além dos propulsores de
6 cilindros OM 926 LA, OM 457 LA e OM 501 LA. Alguns
modelos tem sistema de autofrenagem de acordo com a
distância do veículo da frente e alertas
caso o motorista durma ao volante.
Números
e produção
Sobre como o aumento do Imposto sobre Produtos
Industrializados (IPI), o presidente afirmou que para
os importados o repasse é inevitável.
"Gostaria que o governo incentivasse mais a
Pesquisa e Desenvolvimento. Se o Brasil fechar muito
sua política econômica, outros países
poderão ganhar com isso. Para mim, o Brasil está
no caminho errado", disse. Em geral, os preços
da linha 2012 sobem entre 5% e 6% pelas novas
tecnologias embarcadas. Por outro lado, a durabilidade
e eficiência dos motores são um
contrapeso na balança: "Alguns modelos
ganham no intervalo de tempo para troca de óleo,
sem falar na economia de até 6% em
consumo", completou Ziegler.
Produção
nacional
A partir de 2012, a empresa dá um novo salto na
produção de caminhões no Brasil.
Além de ampliar a capacidade da planta de São
Bernardo do Campo, onde concentrará a fabricação
de chassis de ônibus e dos caminhões
Atego, Atron e Axor, a companhia expandirá a
produção de caminhões Actros e
Accelo para a unidade de Juiz de Fora (MG). O
investimento é de R$ 450 milhões só
na adaptação da fábrica. "Até
o fim de 2014 nossa expectativa é de 60% da
produção ser feita no Brasil, incluindo
as peças - que nos permitirá ter preços
melhores", salientou o vice-presidente de vendas
Joachim Mayer.
Audi
A6 chega a partir de R$ 313,3 mil
Sétima
geração do sedã ficou mais leve e
mais potente.
Motor agora oferece 300 cv e carro vai de
0 a
100 km/h
em 5,5 segundos.
A Audi lança
o novo A6 no Brasil a partir de R$ 313.390,00. Segundo
a marca, o preço já inclui um aumento de
10% definido após a alta do Imposto sobre
Produtos Industrializados (IPI) para carros vindos de
fora da Argentina, Uruguai e México. Esse
percentual será mantido até outubro,
quando a Audi deverá decidir com a rede de
vendas por um provável novo aumento. A sétima
geração do A6 herda inovações
já existentes em seus "irmãos"
maiores, o A7 e o A8. O sedã tem
30 kg
a menos do que sua versão anterior e motor mais
potente, o 3.0 TFSI a gasolina, com compressor mecânico,
que desenvolve 300 cavalos de potência -10 cv a
mais do que o antigo- e 440 Nm de torque máximo,
entre 2.900 e 4.500 rpm. Combinado com câmbio de
sete velocidades, o carro acelera de
0 a
100 km/h
em 5,5 segundos e tem velocidade máxima
limitada em
250 km/h
.
Comparado com o
modelo anterior, o A6 ficou
2 centímetros
mais curto, mas o entre-eixos aumentou em
7 cm
, chegando a
2,91 m
. O sedã tem
4,92 m
de comprimento,
1,87 m
de largura e
1,46 m
de altura. O visual foi atualizado com a grade mais
baixa, vista nos mais recentes modelos da marca alemã,
e a frente conta ainda com faróis bi-xenônio
com LEDs que acompanham as curvas e as manobras de
estacionamento, descreve a marca.
O motor também
evoluiu na sétima geração do Audi
A6. O propulsor
3.0 litros
TFSI a gasolina, 2.995 cm3, produz 300 cv de potência
e O motor em conjunto com a transmissão S
tronic de dupla embreagem e sete marchas, somados
à tração quattro, possibilitam ao
Audi A6 o desempenho de um carro esportivo.
Segundo a Audi, o
consumo médio do A6 também foi reduzido.
Agora é de 12,2 km/l, com emissão de
190 g
CO2 por km nível 13% menor que do modelo
anterior, que entregava 10 cv a menos. Esta economia
permitiu a redução do tanque de
80 litros
para
75 litros
, sem prejuízo da autonomia, informa a marca. A
capacidade do porta-malas é de
546 litros
.
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