Lista Telefônica

 

 

 

SEDAN

Lancer: DNA esportivo

Carro da Mitsubishi carrega no visual e desempenho esporte, mas tem espaço para a família

 

Dois dias bastaram para se apaixonar. Não, ele não custa mais de R$ 100 mil. Por incrível que pareça, o sedan esportivo da marca japonesa tem preço inicial de R$ 74.990,00. Um convite para comprar um? Sim, até porque o maridão pode argumentar para a esposa: - Amor, ele tem bom bagageiro e espaço para as crianças atrás!!!. E o executivo poderá "brincar" de ter um carro com design e tocada esportiva em sua garagem. Não foram poucos os curiosos que me questionaram sobre o preço. A maioria perguntava se custava mais de R$ 100 mil e se surpreenderam com a resposta.
Mas a surpresa não fica só no valor. Seu motor 2.0 litros, quatro cilindros, com 160 cv a 6.000 rpm trabalha em rotações mais altas, o que facilita o trabalho em conjunto com o câmbio CVT. A transmissão, aliás, é um dos destaques - o câmbio automático pode ser trocada pelas borboletas no volante. É aí que mora a diversão para o condutor, em seis marchas.
Não espere da suspensão a maciez e conforto de um Corolla. A proposta do Lancer é esportividade em cada curva e reta.
Excelente posição de dirigir, bancos em couro, regulagem de altura do banco e do volante, bom espaço para cinco passageiros. Quem está no banco traseiro tem espaço para as pernas. Se forem crianças, sem problema. Outra boa ideia que vai agradar o público feminino: seu porta-malas tem 413 litros de capacidade e dobradiças pantográficas para a abertura do bagageiro, o que faz com que o espaço lá seja todo aproveitado.
A bordo, silêncio e identidade própria do motor 160 cv. Em trechos urbanos esburacados, a suspensão é dura e devolve com aspereza o sofrido asfalto local. Mas é assim que trabalha um legítimo esportivo. A tração não é integral, mas 4x2. Mas isso não vai ser problema para quem está acostumado com os sedans disponíveis no mercado.
Painel e volantes são muito bonitos. No volante há comandos do controlador de velocidade de cruzeiro e do sistema de som. O painel tem dois instrumentos em destaque e um "cluster" digital de alta definição no centro, com informações calculadas pelo computador de bordo. Acabamento é feito em couro e o sistema de entretenimento e de som são integrados.


Guinada
A chegada da família Lancer, que inclui a versão de entrada, a GT, Sportback e Evolution X marcam a guinada da marca também para o mundo 4x2 no Brasil. Isso porque a marca era famosa pelo DNA off-road, com a picape L200, Pajero e TR4. O desembarque do utilitário ASX 4x2 e agora o Lancer mostram a intenção da Mitsubishi em ganhar outros nichos de público. Como rivais na faixa de preço, o Lancer tem o Toyota Corolla, Honda Civic, Renault Fluence, Peugeot 408. Dos citados, o que tem design esportivo é o Civic.´

FICHA TÉCNICA
Motor: 2.0 litros, 4 cilindros
Potência: 160 cv/ 6.000 rpm
Torque: 20,1 MKGF/ 4.200 RPM
Câmbio: Automático, CVT, 6 marchas
Velocidade máxima: 198 km/h 0-100 km/h: 10,8 seg
Consumo: 9,2 km/l e 12,4 km/l (cidade/Estrada)
Porta-malas: 413 litros
RODAS: Aro 18"
Preço: R$ 74.990,00

Inovação

EcoSport 2013 diz ‘alô’ para o mundo

Foi apenas uma apresentação. Mas sua aparição, por minutos, já provocou um terremoto no mercado brasileiro

 

Após uma série de especulações - com requintes de uma telenovela, fotos divulgadas antes do previsto, do disse-me-disse, o Ford EcoSport 2013 foi apresentado oficialmente, em Brasília.
O novo modelo foi revelado em dois locais simultaneamente: no Salão de Nova Déli, que estava ocorrendo e na capital federal do Brasil. Essa forma de apresentação foi escolhida por dois motivos. Uma em função de o novo carro ter sido desenvolvido pela equipe brasileira de engenharia da Ford. A outra é que a Índia, país situado do outro lado do planeta, na Ásia, será o foco de expansão da montadora norte-americana para o mercado global.

O evento é um marco para a história da Ford do Brasil, pois será a primeira vez que a montadora brasileira irá fabricar um veículo global da marca. Traduzindo: o carro, fabricado aqui em Camaçari, Bahia, em grande escala, poderá ser exportado para os "quatro cantos do mundo". A título de curiosidade, o novo SUV compacto será vendido em mais de 100 países.
"A meta da Ford é desenvolver carros globais, no entanto,produzí-los perto dos mercados onde serão vendidos. O Brasil atenderá a demanda da América do Sul. A Índia, apenas o mercado indiano", disse Marcos de Oliveira, presidente da Ford do Brasil e Mercosul. Entretanto, depois de toda festa que nos foi apresentada, a Ford revelou que não sabe quando lançará o novo modelo para ser comercializado no mercado brasileiro. No entanto, há especulações na mídia que os modelos sejam lançados no mês de junho ou julho deste ano.
"Esse nosso novo produto começa a nova realidade de globalização", confirma o diretor de assuntos corporativos da Ford América do Sul, Rogério Golfarb.
O EcoSport 2013 utiliza a plataforma do New Fiesta, e já conta com o DNA "One Ford", a globalização dos veículos da marca.
Apesar de já ter sido apresentado oficialmente, como não se sabe sobre a data de sua comercialização em solo brasileiro, o novo carro ainda não tem preço e nem data para estacionar nas concessionárias brasileiras.

Impressões
O design é realmente, no mínimo, inovador e ousado. A traseira mantém o estepe na tampa do porta-malas e é bem similar as linhas do utilitário Kuga. A grande entrada de ar lembra a nova Escape. Talvez a versão final seja mais próxima dela. A grande entrada de ar frontal confere mais robustez à EcoSport. Os faróis em leds e detalhes da grade são características do carro - que ainda é conceitual - a versão final deve ir para as ruas sem estes adereços. A motorização aqui será 1.6 e 2.0, enquanto na Índia o SUV sairá de fábrica com a nova linha de motores Ecoboost de 3 cilindros.

Real motivo

Nos bastidores, corre na "língua miúda" que a pré-apresentação foi uma tentativa de minimizar o estrago que está sendo causado pela concorrente francês, o Renault Duster. Aliás, a Duster deve sentir o impacto lá na frente. Perderá o confronto no quesito design, mas deverá manter uma melhor relação custo x benefício, afinal, a nova EcoSport 2013 certamente chegará com preços mais altos que a atual.
Porém, o EcoSport não tem só o Duster como inimigo. Sua renovação ocorre no momento em que o líder da categoria SUV ganha mais novos concorrentes, como O Fiat Freemont, lançado em agosto passado.
Um dos modelos "mais mimados" da Ford fechou 2011 com 38.530 unidades vendidas contra 18.023 do Hyundai Tucson, o vice-líder, segundo dados divulgados nesta quarta pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). No entanto, o Duster emplacou 9.388 unidades em seus 3 meses só de mercado e "roubou" a liderou mês a mês do SUV da Ford. Dá pra ver que a briga poderá ser muito boa!

test-drive

Chevrolet Sonic quer desbancar Ford New Fiesta e Hyundai i30

Um novo hatch está prestes a desembarcar no Brasil. No segundo semestre, o Chevrolet Sonic vai estar no Brasil

 

Manhã de um domingo gelado em Detroit, nos Estados Unidos. Missão: testar o Chevrolet Sonic hatch, carro que já está a venda no mercado norte-americano e que vai chegar ao Brasil neste ano. Ele foi um dos destaques no estande da General Motors no Salão de Detroit.
GM colocou frota de carros com carroceria hatch e sedan para a comitiva de jornalistas brasileiros que estava lá, por conta da cobertura do Salão de Detroit.
Tivemos acesso ao modelo hatch. Motor: 1.8 litros, câmbio automático com seis velocidades e potência de 138 cv.
Em test-drive que fizemos em percurso de 60 km pela cidade de Detroit, confirmamos o bom desempenho do motor. Testamos apenas o modelo hatch. O câmbio automático tem seis velocidades e a suspensão é dura. É um carro divertido de dirigir.
Por enquanto o carro é fabricado nos EUA e Coreia. No final do ano vai ser fabricado no México. E deve vir ao Brasil no segundo semestre, para concorrer com Hyundai i30 e Ford New Fiesta. Versão que vem para o Brasil deve ser também com o motor 1.8 litros, flex, mas com câmbio manual. No entanto a assessoria da GM não confirmou a informação.

Design coreano
Desenvolvido na Coreia do Sul, assim como o Cruze, o Sonic é produzido no país asiático e, desde outubro, também na fábrica americana de Lake Orion, em Michigan. Ainda em 2012, será entregue também pela unidade de Ramos Arizpe, no México. A partir deste momento, hatch e sedan estarão aptos a serem vendidos no Brasil, aproveitando os acordos comerciais entre os dois países que derrubam impostos e taxas a zero. Mas creio que apenas o hatch será vendido no Brasil.
Nos Estados Unidos, a disputa é feroz, apesar dos carros pequenos representarem poucas vendas no gigantesco mercado americano. Lá, o Sonic encara o Ford Fiesta (o nosso New Fiesta), Mazda 2 e Nissan Versa (o líder) na categoria de subcompactos. O Sonic é considerado carro de jovens universitários ou em início de carreira ou de aposentados que não querem carros espaçosos e potentes demais e de famílias que precisam de um carro menor para uso em momentos específicos.
É um segmento em formação, estimulado principalmente por novas e restritivas metas de consumo de combustível, que resultou em 300 mil carros no último ano (pouco para os padrões do país), sendo que o Sonic correspondeu com menos de 1% deste total (2.500 unidades, ocupando a segunda posição no mês de dezembro).

Canibalização?
E aí vocês podem me perguntar: será que sua vinda vai canibalizar as vendas do Agile e do Corsa? A resposta: não. O Sonic é maior e mais espaçoso que Corsa e Agile vendidos no Brasil, mas ligeiramente menor que o rival New Fiesta. Além dele, vai concorrer com Polo hatch e C3. O mercado brasileiro cresceu e existem opções por faixas de preço. Tudo indica que o Sonic vai custar de R$ 47 mil a R$ 54 mil. Só para pegar como exemplo, o Agile parte de R$ 39 mil e vai até R$ 45 mil. Daí, não vai concorrer com o preço do novo carro da Chevrolet.
Por dentro do Sonic, há espaço para cinco ocupantes. O acabamento segue o padrão atual da GM, visto no Cruze e Cobalt: bastante material rígido, mas boa qualidade de montagem. Sentei como passageiro na frente e atrás e gostei do espaço. Para o motorista também é bom, assim como a visibilidade ao dirigir.
São três versões de acabamento. A de entrada LS, a intermediária LT, testada pelo AUTO, e a top de linha LTZ. Nos EUA, seu pacote de itens de série inclui direção elétrica, volante multifuncional com regulagem de altura e profundidade, rodas de liga leve, freios com ABS, frenagem de emergência, e controle de estabilidade e 10 airbags. No Brasil, com certeza não terá 10 airbags por uma questão de preço e para ficar mais competitivo. O painel é moderno e estiloso.
A potência é sempre de 138 cavalos, mas a motorização varia: há o 1.8 Ecotec do Cruze, com 17 kgfm de torque e câmbios manual de cinco marchas ou automático de seis, e o 1.4 turbo, com câmbio manual. Nossa versão testada, automática com seis velocidades era ágil no desenvolvimento e com trocas imperceptíveis das marchas. Será que a GM pensa em trazer essa versão, já que por enquanto apenas o i30 tem disponível? Seria um ato de ousadia da marca Chevrolet no Brasil.
A versão sedan não foi avaliada por nós. Por incrível que pareça, nos Estados Unidos ela custa mais barato que a versão hatch - US$ 14.500, enquanto o hatch começa por US$ 15. 400. O hatch tem visual esportivo e exclusivo que o sedan, com spoilers, faróis e lanternas e rodas arrojadas.

Ficha técnica
Motor: 1.4 litros, turbo/1.8 litros
Potência: 138 cv
Câmbio: manual, 5 marchas/automática 6 velocidades
Porta-malas: 466 litros
Tanque: 46 litros
Direção: assistência elétrica
Pneus: 205/55 R16
Fabricação: EUA/Coreia/México
Quando no brasil: Segundo semestre

Preço: Sedan US$ 14.500 / hatch começa em US$ 15.400: ambos os preços nos EUA

Diversidade

Naked, a nova sensação no setor de motos

O ano termina e com ele vestígios de um segmento que cresce no Brasil: as motocicletas que não têm carenagem

 

Moto Naked. Em nossa língua pronuncia-se "neiquêt". Cá entre nós, o próprio nome é estranho, não? Mas para quem não tem familiaridade quer dizer moto "pelada", sem carenagem nenhuma, com um acabamento despojado e muitas vezes com um design futurista e com um bom desempenho (algumas de alta cilindrada) em relação ao motor, melhorando o conforto para condução em vias urbanas, com guidão mais alto do que nas esportivas.
Com motor forte e boa posição de pilotar, permite certo arrojo do piloto, saindo-se bem tanto na cidade quando na estrada. Em 2012, principalmente neste último semestre, tem sido a grande aposta das indústrias, por terem uma relação custo-benefício vantajosa.
O estilo possibilita um campo de visão na pilotagem que permite uma maior visibilidade de tudo que estiver ao seu redor, o que no caso das carenagens de algumas motocicletas, inibem a visibilidades e limitam giro das mesmas.
Com faróis redondos e pneus esportivos, elas possuem design misto entre motos de passeio e motos esportivas. O único inconveniente é a falta de proteção contra o vento (pela posição de pilotagem sentado) no caso das viagens.
Entretanto, existem no mercado bolhas e semi-carenagens para solucionar este problema, mas em sua maioria, pioram drasticamente o visual da moto.

Bolo disputado
Um dos segmentos mais acirrados do mercado de duas rodas, o das motos nakeds, tem como líder de vendas a Honda CB 600F Hornet. De acordo com a Abraciclo, foram vendidas 5.396 unidades da marca este ano, incluindo as duas versões (Standard e C-ABS), ante 3.455 da Yamaha XJ6 e 1.680 da Kawasaki Er-6n. Marca, esta última, que inaugurou em Fortaleza, sua recente revendedora, a Nikkei Motos.
Neste seleto time, a Hornet, da Honda, que também é líder mundial, vai um pouco além e é conhecida como um "Street Fighter" - lutador de rua, que transfere uma imagem de moto nervosa, que encara qualquer briga, com vontade própria e espírito dominador.
Seu porte médio oferece boa desenvoltura nos corredores entre os carros e admite manobras com relativa tranquilidade. As suspensões reservam um rodar preciso e para isso são bastante progressivas. Os impactos maiores com as imperfeições do piso são devolvidos ao piloto com intensidade e isso demanda estar bem posicionado a cada momento para recebe-los. O formato da versão 2012 da Hornet melhorou o encaixe das pernas do piloto e o banco oferece conforto ao garupeiro.

A mais potente
Vira e mexe, a Suzuki gosta de "aprontar". Nesse ano, só vendeu 199 unidades do modelo. Porém, não é o número de poucas vendas que chama atenção, mas uma peculiaridade. No mundo das nakeds, a B-king é a mais veloz do planeta, que ao acelerar no modo "B", ela já parece uma moto suficientemente rápida e potente. Entretanto, ao selecionar no modo "A" percebe sua força. Sem a proteção aerodinâmica de uma superesportiva, a aceleração é vertiginosa. Na retas, o velocímetro consegue atingir mais de 230 km/h. A B King é incontestável, pois é equipada com o motor da Hayabusa, conhecida como a mais veloz em produção de série, e isso, sem dúvida, poupa comentários.

Inovação

Nova versão da Ford entende português

O luxo e a tecnologia foi renovada, trazendo mais conforto e também agora um preço mais competitivo de mercado

 

Os quesitos de entretenimento e segurança estão sendo agraciados com a moderna tecnologia instalada no Edge 2012.
A novidade está, principalmente, na nova geração do sistema multimídia SYNC-Microsoft, desenvolvida para operar com comando de voz em português, além de trazer navegador GPS com mapas atualizados pela rede TeleAtlas.
A possibilidade de operar telefone, navegador, sistemas de entretenimento e climatização a bordo por toques na tela ou comando de voz já era disponível na sua versão anterior, entretanto, o sistema só reconhecia o inglês, francês e espanhol. Agora, o francês foi substituído pela língua portuguesa.
Outro destaque fresquinho é a opção de modelo com tração dianteira (FWD) na versão SEL e Limited, que fez com que o automóvel entrasse no mercado de crossover mais competitivo, tendo o seu preço inicial de R$119.900 (SEL), R$2.200 a menos do menor valor de 2011.
Além disso, vale destacar também que, excetuando as quatro cores já disponíveis na antiga versão, o novo Edge pode ser encontrado ainda no cinza Oregon, vermelho Turim e Azul Sevilha.
No quesito segurança, não foram poupados itens ligados às novas tecnologias. O lançamento manteve os seis airbags, com freios ABS nas quatro rodas, com distribuição eletrônica de frenagem (EBD) e monitoramento de pressão dos pneus. Não esqueceu também de trazer o sistema de monitoramento de ponto cego, o alerta de tráfego cruzado e a câmera de ré, que tem sensor de proximidade e agora oferece três níveis de zoom na tela de 8 polegadas.
Para completar a lista, também há o controle eletrônico de estabilidade (sistema AdvanceTrac com RSC), disponível em todas as duas versões, para evitar derrapagens e capotamento.
Somado a maior proteção, ainda existe o Sistema de Segurança Pessoal Ford, composto de sensor de severidade de acidentes, com cintos pré-tensionados com retrator de gerenciamento de força.

Conforto em alta
Antes o passageiro poderia invejar a alta comodidade das dez posições do acento do motorista, agora ambos os bancos dianteiros tem esse privilégio de ajuste lombar. A linha 2012 ainda conta com cabine com revestimento em couro preto na versão SEL e em couro cinza nas versões Limited.
O acesso inteligente tornou-se outro diferencial do automóvel. São três opções diferentes de abrir a porta do carro. A primeira é a forma convencional, a segunda está na vantagem de abrir a maçaneta sem a necessidade de usar a chave, apenas tendo-a em sua posse, situação ideal para as mulheres que não sabem onde a guardou na bolsa.
A última forma é para aqueles que não gostam de levar a chave consigo. O motorista pode abrir o carro usando o código no teclado numérico da porta, que é próprio e único de cada unidade do veículo.
Falando em chave, o sistema MyKey permite configurar a chave reserva para limitar a velocidade, o volume do som e impedir a desabilitação dos equipamentos de segurança. Além disso, há ainda a função Valet Mode, que bloqueia o acesso às configurações originais estabelecidas pelo dono.

Para compor o design
O teto solar panorâmico, encontrado apenas no modelo Limited, pode ser encontrado agora em duas versões e, consequentemente, em dois preços. Com FWD é R$ 142.000 e com tração integral (AWD) custa R$ 147.000. Sem esse item, o valor muda, respectivamente, para R$133.000 e R$138.000. Há um lote para comercializar antes do aumento do IPI, depois disso todos os valores terão aumento de 5%. Na pré-venda, foram vendidas já mais de duas mil unidades.



Ficha técnica
Motor: 3.5 litros, V6 (6 cilindros) Ford Duratec TiVCT 4V, movido a gasolina
Potência: 289 cv/6.500 rpm
Tração: 4x2 ou 4x4 (integral)
Pneus: Radiais P245/60 R18 ou P245/50 R20
CÂMBIO: seis velocidades e uma a ré (transmissão automática)
PREÇOS: De R$ 133 mil à R$ 147 mil (Base São Paulo)

Detalhes sutis
A versão Limited pode ser encontrado com tração dianteira (preço inicial: R$133.000) ou também com tração integral (preço inicial: R$138.000), ambos têm a opção de incluir o teto panorâmico. O modelo traz duas telas de LCD de 4,2 polegadas, piloto automático no volante e uma tela touchscreen colorida de 8 polegadas no painel central, com os controles do SYNC. Além disso, a lista de equipamentos do básico se completa com rodas de 20 polegadas com acabamento cromado, sistema MyFord Touch/SYNC com GPS, banco elétrico com 10 ajustes para motorista e passageiro, sistema de monitoramento de pontos cegos com alerta de tráfego cruzado, sensor de chuva, entre outros quesitos.
A versão sel é a linha mais acessível do novo Ford Edge 2012, custando R$119.900, R$2.200 a menos comparado a mesma versão de 2011. O modelo está disponível apenas com tração dianteira e com sua cabine revestida em couro preto. Outra diferença, comparado ao Limited, está em alguns itens de conveniência, como a opção apenas da tela colorida de 4,2 polegadas no painel com comandos configuráveis, podendo também ter controle no volante, além de dispor também do computador de bordo com diagnóstico e bússola. Mesmo sendo a versão mais básica, não faltam opções no quesito segurança, como controle eletrônico de estabilidade e freios a disco com ABS nas quatro rodas.

 

Futuro no presente

Híbridos e elétricos dominam

 

Com o tema "Mobilidade pode mudar o mundo", esta edição do Tokyo Motor Show revelou que os híbridos e elétricos estarão em breve em todas as ruas do mundo;

Após o terremoto e tsunami em março de 2011, que afetaram as montadoras japonesas fortemente, o poder de superação do povo japonês é admirável.
Ao contrário de 2009, quando apenas as anfitriãs japonesas Toyota, Honda, Suzuki, Nissan e Mitsubishi mostraram novidades, desta vez as europeias Volkswagen, Peugeot, Citroën, Mercedes-Benz, Land Rover marcaram presença. As norte-americanas Ford, General Motors e Chrysler não estavam com estandes.
O Salão ficou aberto para o público a partir do dia 2 e prossegue até 11 de dezembro. Dois dias foram dedicados para a imprensa: dia 30/11 e 1 de dezembro.

Desta vez, 170 exibidores de 35 marcas de 12 países estão presentes. Em 2009 foram 129 exibidores de 21 marcas de 10 países. O número de exibidores cresceu 39% e o espaço de exibição cresceu 61%, o que revela uma retomada do mercado asiático, mesmo após o terremoto e tsunami de 11 de março passado.
A Toyota tem quase 50% do mercado japonês. Cercada de expectativa, a fala do presidente mundial da marca, Akio Toyoda, mostrou que a marca aposta nos híbridos e nos elétricos. Carros conceito também fizeram parte do maior estande do Salão de Tóquio.
Mostraram o Prius Plug-in. O destaque é a nova bateria de lítio-ion de alta capacidade, que pode ser carregada em uma tomada comum.

Destaques
Toyota: Prius Plug-in, 86 (esportivo), Fun-Vii , , FT-EV III (elétrico)
Honda: Fit elétrico, Micro Commuter, EV-STER , Nova CR-V
Nissan: Nismo, Leaf, PIVO III
Mitsubishi: Mirage
Subaru: nova geração da família Impreza
Suzuki: Nova geração do Swift, Swift elétrico
Volkswagen: nova geração do Beetle, Passat CC
Mercedes-benz: Veículos de célula de combustível de hidrogênio,´ conceito F125! , nova Classe B
BMW: Carros conceito e nova Série 1
Peugeot: FX1 Concept Car, novo 508
Renault: Megane GT line
Lotus: Esportivo: Elise S
Mini: Coupé e Paceman conceito, Country Man

ROLLS-ROYCE

Brasil na rota carro premium

Excelência em veículos de alto luxo e fabricados somente por encomendas, o Rolls-Royce anuncia sua chegada ao Brasil com sua primeira revenda da marca

 

O brasileiro gosta, deseja e, sempre que possível, consome produtos e artigos de luxo. Tudo bem que qualidade e sofisticação têm seus preços, entretanto, quem não gostaria de desfrutar do que há de bom e melhor?
Para aquecer mais este desejo, no mercado no segmento de carros de alto padrão, a Rolls Royce apresentou em São Paulo (SP), sua chegada oficial ao país.
A marca ficará à cargo da Via Itália, que tem à frente o empresário Francisco Longo e que também representa as marcas que embalam a maioria dos sonhos dos marmanjos, como Ferrari, Maserati e Lamborguini, a comercialização dos carros da Rolls-Royce.
O anúncio desta nova linha de negócios da Via Itália contou com a presença do presidente mundial da marca alemã, Torsten Müller-Ötvös - que apresentou uma linha do tempo da Rolls-Royce aos convidados e falou sobre os planos da montadora para o Brasil. "Temos estudado a bastante tempo o mercado brasileiro. É um país que não para de crescer, tem sua economia consolidada, além do mais, é um país estratégico e estamos confiante de que foi uma escolha acertada. O país vem crescendo seu mercado de luxo e tem uma representatividade em ascensão", salientou o executivo.
Segundo Müller-Ötvös, os carros Rolls-Royce vão além do desejo de alto padrão, mas também "materializa o sonho de muitos que prezam pela excelência de produtos feitos sob medida, de forma artesanal e com muito requinte. Cada carro leva em média 450 horas para ficar pronto, trabalhamos com bordados, ornamentos, produzimos veículos tão pessoais quanto a impressão digital de cada um dos proprietários", detalha.

Expectativa de vendas
Falar de carros Rolls-Royce é, sem dúvida, tratar de um público altamente específico, exigente e com um forte poder aquisitivo.
O modelo importado, especialmente para o lançamento, um Ghost, custará por aqui a "bagatela" de US$ 1 milhão, ou seja, mais de R$ 2 milhões. Ironia ou não, este é o mais barato dos carros da Rolls-Royce.
Além deste, Francisco Longo antecipou que a loja - a ser inaugurada definitivamente em março de 2012 - contará em seu showroom com os modelos Phantom e Coupé.
"O brasileiro gosta de comprar e sair com o carro de uma concessionária. É um público que não busca muita personalização de um veículo deste tipo. Ele deseja ter a emoção de já sair rodando e isso é que buscaremos ao manter uma unidade de cada modelo em nosso showroom", disse.
Em relação às vendas, o presidente da Rolls-Royce espera que, em 2012, a marca possa comercializar entre 10 e 15 unidades no país.
Para o representante local, além de São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Brasília são boas apostas de público consumidor. "Temos estudos que mostram como a capital federal tem potencial no segmento de carros de luxo. O Sul do país também tem destaque. Do Nordeste esperamos uma ou duas unidades neste início de operação", ressaltou Francisco Longo.

O carro
Visto de perto, o Ghost exala uma aura informal. É um carro sem concorrentes, aonde chega torna-se majestade, mesclando linhas fortes e robustas externamente, e exclusividade e muito bom gosto na parte interna. Sem falar de toda tecnologia embarcada. Aliás, vale ressaltar que a assistência técnica será oferecida pela Via Itália aos novos proprietários e o grupo seleto, que já detém um veículo da marca no Brasil, também poderá contar com este serviço em caso de alguma necessidade.
"São carros que não rodam muito, em média, somente mil quilômetros por ano. Quem costuma dirigir é o próprio dono e como é um carro feito de forma artesanal, com muito cuidado, são veículos que não dão problemas. Mas teremos uma equipe especializada para quaisquer necessidades", esclareceu Francisco Longo.

Mais de perto
Voltando ao modelo e observano seus detalhes, o Ghost traz consigo "ombros" e "flancos" (lados) potentes, com um desenho nítido à medida que fluem das asas traseiras para as luzes traseiras.
Detalhes como os escapamentos cromados opcionais dão uma pista da natureza mais dinâmica do veículo. O princípio central de oferecer simplicidade a partir do complexo perpassa todo o Ghost. Nele, tudo foi concebido, pensado, projetado e produzido para aprimorar a experiência de dirigir e viajar, não para complicá-la.
Para o projetista da marca, Charles Coldham, "o Ghost é tão refinado e acolhedor quanto tudo que esta marca já produziu até hoje".
Dentro do Ghost, um ambiente contemporâneo e ao mesmo tempo fiel às tradições da Rolls-Royce com materiais de qualidade e conforto sem igual.
Por dentro, existem lâmpadas foscas e maçanetas cromadas nas portas, tradicionais botões no formato de cravelhas de violino e entradas de ar redondas, mostradores brancos foscos e instrumentos refinados. Carpetes espessos podem ser complementados por tapetes opcionais de lã para uma sensação verdadeiramente luxuosa. Estes são apenas alguns dos inúmeros detalhes deste célebre e único modelo. Sem dúvida, uma obra-prima de dar inveja.

Fique por dentro
Rolls-Royce
A marca é uma empresa britânica sendo uma das mais conceituadas da Inglaterra e no mundo. Sinônimo de qualidade e alto padrão de conforto no mundo, tornou-se famosa pela fabricação dos automóveis mais luxuosos do planeta, utilizados por grandes monarcas e presidentes. Hoje está sediada em Goodwood. Foi fundada por Frederick Henry Royce e Charles Stewart Rolls em 15 de março de 1906 como resultado de uma parceria formada em 1904. Desde 1998, a Rolls-Royce pertence ao Grupo BMW.

Ficha técnica
Motor: 6.6 V12 (gasolina)
Potência: 563 cavalos
Câmbio: Automático de seis velocidades
Porta-malas: 83 litros
Aro: 19" e 20"
Veloc. máxima: 250 km/h
0 a 100km/h: 4, 6 segundos
Capacidade: Cinco pessoas
Preços: US$ 1 milhão ( cerca de dois milhões de reais)

Lançamento

Honda Civic 2012: em busca da liderança no País

 

O páreo é difícil. Pela frente um inimigo de peso a ser batido, o Corolla, da Toyota - seu conterrâneo. Porém, o Novo Civic se "arrumou" todo e ficou até mais luxuoso por dentro

 

Vamos ser direto. Em relação à oitava geração (desde 2006), o novo modelo mudou e muito. O design externo foi reformulado, assim como o painel. Motor, suspensão, e câmbio também passaram por mudanças significativas.
Em termos de estilo, a carroceria ganhou cantos, digamos, mais vivos. Faróis e para-choque dianteiro estão mais salientes que os vendido nos Estados Unidos.
Colocando lado a lado com o antigo, o Civic, desta nona geração, melhorou muito no tamanho do porta-malas e no nível de equipamentos. O porta-malas foi de 340 para 449 litros e o tanque foi de 50 para 57 litros.
Quanto aos equipamentos, as três versões (LXS, LXL e EXS) vêm de série com câmera de ré, computador de bordo, ar-condicionado digital e som com comandos no volante.
A pretensão da Honda é retomar a liderança do segmento, atualmente com o Corolla. Os preços oficiais ainda não foram divulgados, mas a empresa afirma que pretende manter a tabela atual, que vai de R$ 66.660 (LXS) a R$ 86.750 (EXS).
Para a versão topo de linha, a Honda reservou itens como GPS na tela central (6,5 polegadas, touch screen), airbags laterais e teto solar. No caso do LXS e LXL, que não têm o monitor central, a imagem da câmera de ré aparece na parte superior do painel, na mesma tela do computador de bordo, de 5 polegadas. Entre os itens de conforto que finalmente chegam ao sedã, está o comando "um toque" para todos os vidros (antes, só o do motorista tinha o dispositivo). Além disso, as janelas agora podem abrir e fechar pelo botão na chave.
O volante traz comandos de som, controlador de velocidade e computador de bordo em todas as versões. Adicionalmente, o EXS tem comandos do telefone Bluetooth.
O motor 1.8 i-VTEC tem a mesma potência (140 cv com etanol) e torque (17,7 kgfm), mas há leves alterações. Segundo a montadora, o Novo Civic só estará disponível em janeiro nas concessionárias

Test drive
O test foi no autódromo e muito curto. Entretanto, deu para perceber que o Civic mostrou a costumeira boa agilidade. Rápido nas retomadas, o sedan mostrou bem disposto e colados nas curvas, sem perder a aderência.

Ficha técnica
Motor: 1.8 16V flex
Potência: 140 cv (etanol)
Câmbio: Automático ou manual ( 5 velocidades)
Tanque: 57 litros
Porta-malas: 449litros
Preços: R$ 67.326 a 87.617

novidades

Saiba as surpresas nas revendas em 2012

 

A dinâmica do mercado brasileiro se reflete na velocidade dos lançamentos de novas versões e gerações de carros, com objetivo de ganhar coração e mente dos clientes

 

A PSA Peugeot Citroën iniciou neste mês a produção em série do Peugeot 308 em seu Centro de Produção de El Palomar, na região metropolitana de Buenos Aires, na Argentina. Carro estará nas revendas em janeiro. O novo automóvel, construído sobre a mais moderna plataforma média do Grupo PSA Peugeot Citroën, será comercializado a partir do próximo ano, inicialmente, na Argentina e no Brasil.
Progressivamente, também chegará aos outros principais mercados da América Latina. O projeto de desenvolvimento do veículo demandou dois anos de trabalho das equipes locais do Grupo PSA Peugeot Citroën e investimentos de cerca de ˆ 120 milhões, dos quais uma parte importante se destinou à integração de componentes locais. Também foram realizados fortes investimentos na capacitação dos profissionais que participam da produção do modelo. No total, para garantir o alto nível de Qualidade na fabricação do Peugeot 308, foram realizadas mais de 88 mil horas de capacitação de operários, técnicos e engenheiros.
A Honda, que está lançando neste momento o novo Civic, em São Paulo, para a imprensa brasileira, quer entrar no nicho de compactos e vai revelar o Brio, que será seu carro de entrada. O SUV CR-V, fabricado no México, deve ganhar reestilização, até o início do segundo semestre.
No mercado de picapes muitas novidades. Depois da chegada da Volkwagen Amarok e da recém lançada nova geração da Hilux, a Chevrolet e Ford decidiram acelerar seus lançamentos. A nova S10 e a Ranger deverão ser apresentadas ainda no primeiro semestre. As duas marcas americanas acreditam no sucesso das novas gerações para barrar o avanço da japonesa Toyota e da alemã Volkswagen. Detalhe: Amarok automática deverá ser apresentada também em 2012. A briga é de picape grande!
Ainda falando de Toyota, a marca japonesa decidiu trazer o Prius híbrido para nosso mercado no final do primeiro semestre. Vai concorrer com Fusion Híbrido e servirá como carro de imagem da multinacional nipônica. Preço não foi divulgado.
Com o sucesso do Novo Palio, é natural que seu irmão maior, o Siena, ganhe inovações. Já circulam em Belo Horizonte algumas unidades do sedan pequeno disfarçado. Tudo indica que até abril o veículo esteja no show room das concessionárias. Também da mesma marca, o Punto, deverá sofrer reestilização.
Em função da alta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a Kia adiou alguns investimentos. Mas em 2012 o presidente da Kia do Brasil, José Luiz Gandini, garantiu que vai trazer a Sportage com motor flex e o Optima, um sedan grande. Hyundai ainda não confirmou, mas o i30 deve mudar até junho.

Especulações
Não se sabe com certeza, mas a Volkswagen trabalha com afinco na nova geração do Gol, com o objetivo de manter a liderança do carro no mercado brasileiro. A Citroën vai trazer o DS3 e a nova EcoSport é aguardada com expectativa para o segundo semestre de 2012. O Cerato hatch e o Chevrolet Sonic e o novo Malibu podem desembarcar. O Cruze hacht é uma incógnita.
Com tudo isso, amigo leitor, fica fácil analisar a melhor compra. Com nosso suplemento, você não terá surpresas e o sonho não vira pesadelo.

O que vem por aí
Fiat: Novo Siena
Ford: Nova Ranger
Peugeot: Novo 308
Toyota: Prius híbrido
Honda: Brio
Honda: Nova CR-V
Chevrolet: S10 e Blazer
Kia: Sportage Flex e Optima
Fiat: Novo Punto
Volkswagen: Amarok automática

 

FIAT

Novo Palio muda e fica esportivo ao completar 15 anos

Mesmo ainda adolescente, o debutante Palio dá sinais de maturidade com mudanças significativas, interior moderno e design que segue linha do Punto e Bravo. São três motorizações em seis versões

 

Aos 15 anos de idade, o Palio já vendeu no Brasil 2,5 millhões de unidades desde seu lançamento, em 1996. A Fiat reuniu a imprensa automotiva em Belo Horizonte para mostra em detalhes a novíssima geração do carro.
São seis versões, todas quatro portas e em três motorizações: 1.0 litros , 1.4 litros e 1.6 litros , 16 válvulas, flex. Carro já estará nas concessionárias até o final da próxima semana. O Palio Fire continuará sendo vendido, mantendo estratégia que está dando certo.
O consumidor terá duas versões Attractive, 1.0 litros e 1.4 litros , duas Essence (1.6 manual e 1.6 câmbio Dualogic) e duas Sporting (Manual e Câmbio Dualogic). Anote os preços: R$ 30.990 ( 1.0 litros ); R$ 34.290 ( 1.4 litros ), R$ 37.990 ( 1.6 litros )/R$ 40.490 (Dualogic), r$ 39.990 (Sporting manual) e R$ 42.490 (Sporting Dualogic).
Basta olhar as fotos e verificar: o novo Palio está mais bem resolvido que sua geração anterior, cuja traseira não era tão harmônica. Mesmo não sendo uma revolução completa, como o Novo Uno, a jovialidade e renovação estão evidentes.
A dianteira tem linhas arredondadas, com faróis de dupla parábola em formato de gota.
O carro cresceu na largura, altura, comprimento e entre-eixos. O resultado: maior espaço interno para os ocupantes.

Teste
Com muitas ladeiras, Belo Horizonte é a cidade ideal para conferir os atributos de um veículo nas subidas e descidas. Testamos os três motores que equipam o Novo Palio.
Primeiro o 1.0 litros , abastecido com etanol. A impressão ao entrar no carro foi boa. Posição de dirigir é excelente. Volante tem fácil empunhadura. Espaço interno para cinco pessoas. Acabamento é razoável, com muito plástico.

O câmbio tem bom engate. Quanto ao motor...
Os carros 1.0 litros em subidas simplesmente não têm desempenho quando exigidos. Com 3 ocupantes no carro, sem bagagem no porta-malas, mesmo assim nas subidas de BH o Palio 1.0 litros sofreu. O motorista acostumado com motores mais espertos vai ficar frustrado. No cotidiano da cidade, caso seja plana, como é o caso de Fortaleza, o Palio não vai decepcionar.
Com o 1.4 litros isso muda. A relação câmbio motor é ótima, bem como peso/potência. É a versão que recomendo. Dirigi por 30 km na área urbana de BH e o Palio cumpriu bem sua missão.
Por fim foi a vez de pegar o Sporting. Bonito por fora e por dentro, sua tocada esportiva empolga, bem como o motor 1.6 litros .
A versão que testei tinha o câmbio Dualogic. Confesso que não sou lá muito fã dos automatizados. Mas no Palio Sporting ele se encaixou bem, ainda mais quando se coloca no botão S, de Sport.
Em resumo: com as novidades, o Palio deve se manter entre os três carros mais vendidos do País, com louvor.

Ficha técnica
Motor: 1.0 l/1.4 l/ 1.6 litros
Potência: 75cv/88cv/117 cv
Câmbio: Manual ou Dualogic, cinco velocidades
Consumo: 13,6 km/l; 13,1 km/l; 12,1 km/l (Urbano);
Versões: Attractive, Essence e Sporting
Porta-malas: 290 litros
Tanque: 48 litros
Fabricação: Betim (Minas Gerais)
Fonte: Fiat

Preços e detalhes
Atractive: R$ 30.990 ( 1.0 litros )/R$ 34.290 ( 1.4 litros ); itens de série: limpador e lavador traseiro, direção hidráulica, computador de bordo, comando interno para abrir o porta-malas, e retrovisores, maçanetas e para-choques na cor do automóvel
Essence: R$ 37.990 ( 1.6 litros )/R$ 40.490 (Dualogic),
Sporting: R$ 39.990 (câmbio manual; 1.6 litros ) e R$ 42.490 (câmbio Dualogic; 1.6 litros )
Investimento: R$ 1 bilhão

Fiat Panda terá versão Abarth com motor TwinAir Turbo com 110 cv

O Abarth Panda 2013 terá motor TwinAir Turbo com 110 cv, segundo o site Auto Express. O pequeno bloco de dois cilindros tem apenas 875 cm3.

Com essa potência, o Abarth Panda 2013 vai de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos e 177 km/h de velocidade máxima.

Além disso, o Abarth Panda promete um consumo excepcional de 25,4 km/litro. Esse mesmo motor deverá equipar a versão 4×4 do Panda 2012.

Com previsão de chegar por volta de 2013, o Abarth Panda terá pacote visual e aerodinâmico característico da sub-marca esportiva, bem como rodas aro 16 ou 17 e suspensão mais baixa.

O Abarth Panda 2013 deverá ser vendido por um preço estimado em R$42.000 no Reino Unido.

Versão 2012

Hilux e SW4 em detalhes

Depois do disse me disse, da espera por parte da clientela e da expectativa criada pela Toyota, elas chegaram e já estão fazendo alarde. Conheça com exclusividade as desejadas novas Hilux e SW4

 

Para a imprensa, a estreia oficial da nova geração da picape média e do utilitário esportivo aconteceu na semana passada, em Bento Gonçalves (RS). Uma semana antes, porém, "as novidades" já se encontravam em suas revendedoras espalhadas pelo o País, mas "trancafiadas no porão" e um detalhe: já com fila de espera.
"Para você ter uma ideia, só em uma loja há uma fila de 35 clientes já donas da picape. Do utilitário esportivo, isto é, da SW4, nós temos 28 compradores", contabiliza o gerente de vendas.
E das versões, quem pensou que a que sai mais é a de entrada, enganou-se. "No Brasil, a versão que vende mais, por incrível que pareça, é a top de linha, a SRV automática", diz.
Na fatia do mercado, em termos de picape, ele diz que a Hilux tem 40% do segmento. "Com as mudanças, a expectativa é de crescer ainda mais", aposta. Por curiosidade, entre os dois produtos da marca, a picape e a SW4, a primeira é que tem mais saída. Em números, por mês, desta concessionária, de 100 a 120 picapes saem para as mãos do consumidor. Já a SW4, de 40 a 50 do modelo são vendidas por mês. "No segmento, ela tem cerca de 20 a 25% no estado", calcula.
Nos contornos da Hilux, isto é, em termos de design, elas não mudaram drasticamente. A frente do veículo, por exemplo, não é mais a mesma. A transformação foi por causa da aquisição da grade cromada, faróis que invadem um pouco mais a lateral e para-choque com refletores.
Na lateral, além das novas rodas e estribos, o destaque fica por conta dos retrovisores laterais. Eles ganharam luzes de sinalização. Na traseira, novo para-choque e as lanternas ganharam novas configurações - na SW4 e na Hilux.
Internamente, a nova Hilux recebeu novo painel de instrumentos para lá de moderno. Ainda por dentro, mudanças nos forros dos bancos e nas laterais das portas.
A Hilux 2012 terá quatro versões de acabamento (DLX, DLX+, SR e SR+), três de cabine (simples, estendida e dupla) e duas de tração (2WD ou 4WD). Os motores diesel serão o 2.5 turbocharging, que ganhou 24 cavalos a mais (102 cv), e 3.0. Além das mexidas citadas, a Toyota incluiu uma outra que mexerá com o mercado: a introdução da Hilux flex. Com motor de 2.7, ele terá 158 cavalos de potência. O modelo flex só chegará em fevereiro.

 

Esportivo com tração 4x4

Lancer: velocidade e conforto interno

A Mitsubishi Motors amplia sua presença no Brasil com mais um lançamento: o Lancer Sportback Ralliart, um carro esportivo com conforto e espaço interno de sedan

 

Derivado do consagrado Lancer Evolution X, o Lancer Sportback Ralliart inaugura um novo conceito de sedan esportivo, mantendo a segurança e o prazer de dirigir, sem abrir mão da potência e do DNA da marca.
O Lancer tem uma história que começou em 1973 e passou 38 anos se aperfeiçoando no laboratório mais rigoroso do mundo: o WRC (World Rally Championship), o mais importante campeonato mundial de rali.
"O Lancer Sportback Ralliart tem um conceito inovador e a versatilidade como seu grande diferencial, juntando conceitos de um sedan, sem perder o desempenho de um esportivo com os traços de um cupê", afirma Robert Rittscher, presidente da Mitsubishi Motors do Brasil. A equipe de vendas das concessionárias está passando por treinamento para a chegada do carro no País ainda este mês.
Equipado com motor de 2.0 litros que produz 250 cv e 35 kgf.m de torque, o Lancer Sportback Ralliart possui transmissão automática de seis velocidades com dupla embreagem, que deixa a troca de marchas rápida e com conforto.
O carro leva a grife Ralliart, que é a divisão esportiva dos veículos de alta performance da Mitsubishi Motors desde 1984, sinônimo de equilíbrio entre performance dinâmica, prazer ao dirigir e conforto para uso diário. Mais do que isso, a grife representa o aprendizado adquirido em quase quatro décadas de desenvolvimento e produção de carros de competição, que foram 12 vezes vencedores do Rally Dakar e quatro vezes do WRC.
O Lancer Sportback Ralliart incorpora elementos característicos do Lancer Evolution X, como a grade trapezoidal Jetfighter, que combina esportividade com a funcionalidade de refrigerar o motor turbo. Os faróis Bi-Xênon têm sistema direcional AFS, que ativa um farol lateral quando o motorista vira o volante para a esquerda ou direita, melhorando a visualização em curvas.
O capô de alumínio abriga uma entrada de ar para refrigeração da turbina e dois extratores de ar quente que, além de serem funcionais, melhoram a performance e conferem um visual ainda mais esportivo ao modelo. O material extremamente leve faz com que a carroceria tenha peso menor, além de diminuir o centro de gravidade.
O aerofólio traseiro está estrategicamente posicionado na mesma linha do teto e seu ângulo foi cuidadosamente ajustado para aproveitar ao máximo o fluxo de ar e reforçar a estabilidade do veículo. Os pneus são de 18 polegadas (215/45 R18), com freio a disco nas quatro rodas, sendo refrigerados na dianteira. A dupla ponteira de escapamento completa o visual esportivo do Lancer Sportback Ralliart.

Motor e transmissão
Equipado com motor de 2 litros, quatro cilindros e turbo intercooler de alta performance, o Lancer Sportback Ralliart impressiona com sua potência, proporcionando uma condução esportiva. O bloco e o cabeçote são de alumínio, deixando-o extremamente leve.
O motor utiliza o avançado sistema MIVEC (Mitsubishi Innovative Valve timing Electronic Control), desenvolvido pela Mitsubishi, com 16 válvulas acionadas por duplo comando.
Assim como motor, a transmissão Twin Clutch SST é a mesma utilizada no Lancer Evolution X.
Esse sistema de dupla embreagem, com pré-acoplamento, possibilita respostas extremamente rápidas nas mudanças de marcha.
Isso é possível, pois as marchas ímpares e pares são colocadas em engrenagens separadas no eixo de entrada, o que faz com o que o sistema funcione como se o veículo possuísse dois câmbios trabalhando simultaneamente, e o resultado são trocas dinâmicas e na rotação ideal.

FICHA TÉCNICA
Motor: 2.0 litros, 4 cilindros, 16 válvulas
Potência: 250 cv
Torque: 35 kgf.m
Câmbio: automático de seis velocidades com dupla embreagem
Tração: 4x4 integral
Porta-malas: 450 litros
Pneus: Aro 18 (215/45 R18)
Preço: R$ 149.990,00 (Base SP, sem frete incluso)

NOVA LINHA

Mercedes-Benz de cara nova

Montadora alemã convida imprensa para conhecer de perto a renovação visual e tecnológica da linha de caminhões 2012 e sua nova Sprinter; alguns dos modelos passarão a ser fabricados no Brasil, na fábrica de Juiz de Fora (MG), a partir de janeiro

 

Duas palavras resumem a indústria automotiva alemã: inovação e excelência. Nos dias 19 e 20 últimos, jornalistas brasileiros e argentinos conferiram de perto a linha 2012 de caminhões, além da nova Sprinter e os chassis para ônibus articulado, todos com motorização dentro das normas mundiais de emissão de poluentes, Euro5 e PROCONVE P-7.
No descerrar das cortinas, o que se viu foi uma Mercedes-Benz decidida a retomar a liderança do segmento de cargas em 2012, seja pela linha de veículos, seja pelo discurso do presidente Jürgen Ziegler. "Estamos não só atualizando nossa linha, mas também melhorando nossos produtos e dando início a uma Mercedes-Benz mais competitiva. Veículos com motorização limpa, segura e que nos colocam em novos marcos de consumo e desempenho", disse o também CEO da empresa na América Latina.
Às consagradas famílias Accelo, Atego, Axor e Actros juntam-se agora os caminhões Atron, sucessores de modelos campeões na preferência dos clientes. O Atron mantém a tradição de ser o único ´bicudo do mercado brasileiro´ e, nas palavras do presidente, "tem o melhor valor de revenda do mercado". Os gigantes Axor e Actros vêm com câmbio automatizado, pensando no conforto dos motoristas. E a nova Sprinter, esta recebeu um tapa no visual, ficando mais moderna e de cara arrojada. "Estamos introduzindo avançadas tecnologias voltadas para segurança dos veículos e conforto dos condutores, novos motores para atendimento ao P-7 e uma inédita identidade visual", disse Ziegler.

Alguns destaques
Diante de tantas novidades, falaremos de algumas delas dentro dos modelos da linha 2012. A tecnologia BlueTec 5 nos motores responde às novas regras para redução de emissão de poluentes da frota; com exceção da Sprinter, contemplada com motores BlueEFFICIENCY. Este sistema faz a recirculação dos gases de escape (EGR), que insere gás de escape dentro do cilindro visando reduzir a temperatura e, consequentemente, a formação de NOx. A Mercedes passa a utilizar os motores OM 651 LA e OM 924 LA de 4 cilindros, além dos propulsores de 6 cilindros OM 926 LA, OM 457 LA e OM 501 LA. Alguns modelos tem sistema de autofrenagem de acordo com a distância do veículo da frente e alertas caso o motorista durma ao volante.

Números e produção
Sobre como o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o presidente afirmou que para os importados o repasse é inevitável. "Gostaria que o governo incentivasse mais a Pesquisa e Desenvolvimento. Se o Brasil fechar muito sua política econômica, outros países poderão ganhar com isso. Para mim, o Brasil está no caminho errado", disse. Em geral, os preços da linha 2012 sobem entre 5% e 6% pelas novas tecnologias embarcadas. Por outro lado, a durabilidade e eficiência dos motores são um contrapeso na balança: "Alguns modelos ganham no intervalo de tempo para troca de óleo, sem falar na economia de até 6% em consumo", completou Ziegler.

Produção nacional
A partir de 2012, a empresa dá um novo salto na produção de caminhões no Brasil. Além de ampliar a capacidade da planta de São Bernardo do Campo, onde concentrará a fabricação de chassis de ônibus e dos caminhões Atego, Atron e Axor, a companhia expandirá a produção de caminhões Actros e Accelo para a unidade de Juiz de Fora (MG). O investimento é de R$ 450 milhões só na adaptação da fábrica. "Até o fim de 2014 nossa expectativa é de 60% da produção ser feita no Brasil, incluindo as peças - que nos permitirá ter preços melhores", salientou o vice-presidente de vendas Joachim Mayer.

Audi A6 chega a partir de R$ 313,3 mil

Sétima geração do sedã ficou mais leve e mais potente.
Motor agora oferece 300 cv e carro vai de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos.

 

A Audi lança o novo A6 no Brasil a partir de R$ 313.390,00. Segundo a marca, o preço já inclui um aumento de 10% definido após a alta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros vindos de fora da Argentina, Uruguai e México. Esse percentual será mantido até outubro, quando a Audi deverá decidir com a rede de vendas por um provável novo aumento. A sétima geração do A6 herda inovações já existentes em seus "irmãos" maiores, o A7 e o A8. O sedã tem 30 kg a menos do que sua versão anterior e motor mais potente, o 3.0 TFSI a gasolina, com compressor mecânico, que desenvolve 300 cavalos de potência -10 cv a mais do que o antigo- e 440 Nm de torque máximo, entre 2.900 e 4.500 rpm. Combinado com câmbio de sete velocidades, o carro acelera de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos e tem velocidade máxima limitada em 250 km/h .

Comparado com o modelo anterior, o A6 ficou 2 centímetros mais curto, mas o entre-eixos aumentou em 7 cm , chegando a 2,91 m . O sedã tem 4,92 m de comprimento, 1,87 m de largura e 1,46 m de altura. O visual foi atualizado com a grade mais baixa, vista nos mais recentes modelos da marca alemã, e a frente conta ainda com faróis bi-xenônio com LEDs que acompanham as curvas e as manobras de estacionamento, descreve a marca.

O motor também evoluiu na sétima geração do Audi A6. O propulsor 3.0 litros TFSI a gasolina, 2.995 cm3, produz 300 cv de potência e O motor  em conjunto com a transmissão S tronic de dupla embreagem e sete marchas, somados à tração quattro, possibilitam ao Audi A6 o desempenho de um carro esportivo.

Segundo a Audi, o consumo médio do A6 também foi reduzido. Agora é de 12,2 km/l, com emissão de 190 g CO2 por km – nível 13% menor que do modelo anterior, que entregava 10 cv a menos. Esta economia permitiu a redução do tanque de 80 litros para 75 litros , sem prejuízo da autonomia, informa a marca. A capacidade do porta-malas é de 546 litros .

 

 

 

 

 





 


 

 

 

 

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